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    Quarta-feira, dia 15 de abril de 2009, às 18h

    Emprego cresce em JF com a abertura de 507 novas vagas em março

    Daniele Gruppi
    Repórter

    Em março de 2009, o emprego formal em Juiz de Fora cresceu 0,46% em relação ao mês anterior, que decresceu 0,04%. No total, foram gerados 507 novos postos de trabalho. A cidade segue a tendência de desempenho positivo do Estado e do País. A economia mineira registrou a criação de 9.399 vagas com carteira assinada. A variação do emprego em Minas Gerais foi de 0,28%, superior à média nacional, que ficou em 0,11%.

    O saldo de março representa a diferença entre contratações (4.685) e demissões (4.178). No primeiro trimestre de 2009, o índice juizforano é positivo, assim como em 12 meses, cujo saldo é de 4,25%, o que representa 4.213 novos empregos.

    O setor que mais gerou empregos na cidade em termos absolutos foi o de serviços, com 2.174 admissões, seguido pelo comércio, com 1.300. A construção civil criou 487 vagas e o segmento de serviços industriais de utilidade pública, três. A indústria extrativa mineral não admitiu trabalhadores, enquanto a administração pública abriu três postos. O setor de indústria de transformação registrou 659 admissões.

    Segundo o chefe do setor de relações do trabalho da Gerência Regional do Trabalho e Emprego, José Tadeu de Medeiros Lima, os números divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), nesta quarta-feira, dia 15 de abril, significam uma reação aos efeitos da crise financeira internacional. "As indústrias de transformação existentes na cidade dão sinal de retomada. Nos últimos meses, foram as que mais demitiram e, agora, abrem novas vagas. Tivemos um acréscimo de 17 novos postos."

    Para José Tadeu, os dados confirmam que os setores que movimentam a economia na cidade são os de serviço e comércio. Ele acredita que, em abril, a construção civil também deve se destacar. "O programa do governo de incentivo à construção de moradias vai impulsionar o setor."

    Apesar de o comércio ter gerado 1.300 novos empregos, foi também responsável pela demissão de 1.322 pessoas. Em fevereiro, o número de desligamentos também foi superior ao de admissões, gerando um déficit de 238 empregos. Para o presidente do Sindicato do Comércio (Sindicomércio), Emerson Beloti, o setor sentiu um "baque", devido à crise, mas caminha para a estabilidade. "Estamos nos adequando à nova realidade do mercado. A tendência é voltarmos a crescer."

    Os textos são revisados por Madalena Fernandes

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