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    Quinta-feira, 26 de dezembro de 2013, atualizada às 16h19

    Vendas do período do Natal registram alta de 6,38% em Juiz de Fora

    Eduardo Maia
    Repórter
    Comércio registra alta nas vendas

    Os comerciantes de Juiz de Fora têm mostrado satisfação em relação às vendas registradas no período do Natal. Apesar do baixo movimento percebido nos últimos meses, as vendas dos últimos dias registraram um aumento de 6,38%, segundo uma pesquisa realizada pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL-JF).

    O resultado, segundo a associação, foi superior à sondagem feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), que apontava uma projeção de crescimento de 5% nas vendas.

    De acordo com a CDL, o aumento foi registrado principalmente no setor de vestuário. Gerente de uma loja de roupas masculinas, Lúcio Gomes acredita que o período de vendas superou as expectativas. "Tivemos um aumento de 18% nas vendas em relação ao ano passado. Foi um dos melhores meses de vendas da loja nos 11 anos. No dia 23 de dezembro, a gente já tinha batido a nossa cota de vendas. As camisas de malha do nosso estoque acabaram. A gente não esperava vender o que vendeu", comemora.

    Já para a gerente de uma loja de acessórios e bijuterias localizada na rua São João, Bruna Cristina Morais, as vendas seguiram a média registrada em 2012. "Foi bem razoável, bem parecido com o ano passado. Tivemos uma grande procura de colares e brincos. Mas foi um ano mais complicado, a gente estimula, faz promoções para as vendas não caírem tanto", diz.

    Richard Reis, auxiliar administrativo de uma loja de utensílios domésticos na avenida Rio Branco, também acredita que o período poderia ter proporcionado ganhos mais significativos. "Este período vendemos mais, mas poderia ser melhor. Tivemos um aumento de 17% nas vendas. Os produtos para presente são os mais procurados, principalmente aqueles de maior volume e menor preço. É o que enche os olhos do cliente", afirma.

    Reis reconhece também a opção das pessoas pelo pagamento à vista. "Muita gente optou pelo pagamento à vista no período. Isto é muito bom. Do total de vendas, 25% optaram pelo cartão de crédito e 15% pelo débito. O restante preferiu pagar em moeda", analisa.

    Shoppings

    A movimentação dos shoppings centers também registrou uma estimativa além do esperado. O superintendente de um shopping de Juiz de Fora, Fábio Neto, acredita que este foi o melhor Natal dos últimos cinco anos. "Foi bom. O aumento das vendas aconteceu nessa reta final, mas houve uma grande recuperação. Os resultados ainda estão sendo quantificados, estamos passando de loja em loja, e vamos contabilizar o período de trocas e as vendas do Réveillon para dar um resultado mais concreto", explica.

    Neto afirma ainda que o período proporcionou um fluxo 40% maior de pessoas transitando pelo shopping, em relação ao período normal. "Tivemos um recorde de fluxo, tanto de pessoas quanto de veículos em nosso estacionamento. Temos uma visitação média de 500 mil pessoas por mês e agora no natal registramos cerca de 700 mil. Algumas outras cidades, devem registrar um aumento de 100%, mas aqui tivemos um crescimento de 40 a 50% da movimentação. Como é um shopping novo, a gente nota que é um processo de consolidação", revela.

    De acordo com a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), as vendas nos shoppings centers do país cresceram 5% durante o período de Natal. No mesmo balanço, a entidade mostra que no ano passado, esse percentual foi 6% ante o mesmo período de 2011. No ano, as vendas cresceram 8% na comparação com 2012 e o faturamento chegou a R$ 132,8 bilhões. A expectativa era a de que houvesse crescimento entre 10% e 11% nas vendas no Natal.

    SPC registra aumento de 2,97% no Brasil em relação a 2012

    O movimento de vendas a prazo no comércio brasileiro na semana que antecede o Natal, entre os dias 18 e 24 de dezembro, aumentou +2,97% em relação ao ano passado, segundo o indicador do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito). O aumento é considerado morno pela entidade e é menor do que o previsto pelos lojistas, que esperavam um crescimento de 5% no volume de vendas.

    O dado é extraído do banco de dados do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e divulgado pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), entidades líderes do comércio varejista, que juntas contam com mais de 1,2 milhão de pontos de vendas em shopping centers e lojas de rua em mais de 2.200 municípios brasileiros.

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