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    Sábado, 7 de janeiro de 2017, atualizada às 10h53

    Papelarias adotam estratégia de preço baixo para atrair consumidores

    Da redação
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    Início do ano os pais não têm como fugir das tradicionais compras de materiais escolares. Para evitar gastos além do orçamento, os consumidores buscam e pesquisam os preços mais baratos nas papelarias de Juiz de Fora. Por isso, lojistas estão adotando estratégias para redução nos valores tanto dos produtos nacionais, quanto as mochilas, cadernos e estojos importados. Além disso, o Sindicato do Comércio de Juiz de Fora (Sindicomércio-JF), firmou acordo esta semana com o sindicato das papelarias e livrarias para ampliar o horário de vendas nestes estabelecimentos e facilitar para os consumidores na hora das compras.

    O presidente do Sindicomércio-JF, Emerson Beloti, diz que o cronograma com os horários definidos em acordo com os empregadores será divulgado no início da próxima semana. “Vamos iniciar um horário especial para vendas de material escolar a partir de 17 de janeiro. A medida ajuda a alavancar as vendas, oferecendo maior tranquilidade e vantagem para o consumidor fazer suas compras”, destaca, lembrando que normalmente os lojistas fazem as melhores ofertas no início do período de vendas.

    Quem confirma este modelo é o gerente Daniel Braga, da Papelaria Mec. Segundo ele, quem for antecipar as compras no mês de janeiro vai garantir uma tabela de preços reduzida. “Quem antecipar as compras em janeiro vai conseguir comprar com tabela de preço reduzida. Estamos trabalhando com os mesmos valores do início de 2016. Mas, o governo de Minas já teve uma tributação maior do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) no material escolar. Já recebemos as tabelas com novos valores e não repassamos ainda para o consumidor, mas uma hora será inevitável”, destaca.

    Braga complementa que o ICMS sobre cadernos e papéis teve aumento de 30%, causando um acréscimo no valor destes produtos de 10% a 30%. “Já os importados tiveram aumento de apenas 8% a 10% devido a variação cambial. Por isso, a indústria nacional foi a mais penalizada”.

    As estratégias fazem toda a diferença na hora das compras, pois como afirma Juliana Assis Norberto, mãe de um menino de 9 anos e uma menina, 4, o melhor preço que definiu o local onde compraria. “Vi que os preços não aumentaram. Mas, antes de sair de casa fiz a pesquisa dos valores pela internet. Gasto em média R$ 200, pois vou reaproveitar as mochilas do ano passado que estão bem conservadas”,

    Segundo o gerente da papelaria Palimontes, Guilherme Assis, a estratégia de vendas para este ano é tornar a loja uma referência de menor preço. “A papelaria mudou de proprietário no último ano e a empresa que assumiu foca no preço baixo. Ela tem poder de compra maior que a anterior, por isso os cadernos e mochilas tiveram queda no preço de pelo menos 30%”, relata. Ele diz que a expectativa é de ter aumento nas vendas em 30% nos meses de janeiro e fevereiro.

    Outra tática adotada pela papelaria é trabalhar com preços diferenciados para os produtos que não vão faltar na lista de materiais. “Temos caderno de 10 matérias a R$ 10 e e de uma matéria universitário por R$ 5. Esperamos maior movimento nos últimos 15 dias de janeiro e primeiros 15 dias de fevereiro”.

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