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    Microempreendedoras incrementam renda com proximidade da Páscoa 

    Procura por chocolates cresce até 40% com a data

    Lucas Soares
    Repórter
    12/04/2017

    A Páscoa se aproxima e, junto a ela, a tradição de presentear alguém com chocolates. São várias as opções no mercado, desde marcas consolidadas a microempreendedores, que aproveitam a época para vender mais.

    A responsável pela Arte Doce Gourmet, Luciana Terror, começou a trabalhar com chocolates em 2011, mas tocou o negócio profissionalmente somente a partir de 2013. Ela afirma que houve um aumento de produção em relação a 2016. "O mercado está um pouco parado, porém tivemos um aumento de 35% na produção. As novidades para a Páscoa são as pequenas lembranças e a aposta que fiz foram os mini ovos nos sabores belga, ninho, meio amargo e paçoca. São pequenos, bonitos, gostosos e tem um preço acessível", comenta.

    Já a aposentada Angélica Riolino é uma das sócias da Delícias do Bem, fundada junto com a cunhada para incrementar a renda familiar. "Nós começamos a produzir há um ano, em virtude de sermos aposentadas e enxergar neste seguimento que poderíamos aumentar nosso rendimento. Do ano passado, aumentamos em torno de 40% (as vendas), pois investimos mais em ovos artesanais trufados tradicionais e diets, o que foi um diferencial de nossa empresa", conta.

    Vendas online

    Em tempos onde a maioria das pessoas estão conectadas às redes sociais, as ferramentas online tornam-se uma poderosa aliada para aumentar os números. "Hoje eu posso dizer que 70% das minhas vendas são devidas às redes sociais. Foi necessário um investimento para mudar um pouco a “cara” das mídias da Arte Doce para conseguir atrair mais clientes. Tenho alguém que cuida dessa parte enquanto trabalho com a produção. É muito importante esse investimento, mesmo sendo algo pequeno ainda, meu desejo é crescer ainda mais", revela Luciana.

    Apesar de estar presente nas redes sociais, Angélica conta que não há números significativos de vendas efetuadas a partir das plataformas. "Nós temos nossa página bem visualizada, mas não surtiu retorno favorável. As nossas vendas giram em torno da propaganda boca a boca e também em pequenos pontos físicos", lamenta.

    O consultor em mídias sociais Renan Caixeiro explica que, ao contrário do que muitos pensam, as vendas obtidas através das redes sociais, são consequência do trabalho ali desenvolvido. "Isso varia de negócio a negócio. Eu diria que o foco principal do empreendedor nas redes sociais deve ser relacionamento com o público. Evitar focar diretamente na venda pois pode ser prejudicial para a marca. A venda tem que ser uma consequência de um bom relacionamento. A dica é criar conteúdo informativo e relevante para o público", garante, completando que as principais plataformas utilizadas hoje são páginas e grupos no Facebook, perfil no Instagram, WhatsApp e e-mail.

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