Tempos de crise: bons momentos para rever nossos h?bitos!

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Fernando Agra Fernando Agra 9/07/2015

Tempos de crise: bons momentos para rever nossos hábitos!

Em fevereiro e março de 2009, quando vivíamos sobre os efeitos da crise financeira internacional, deflagrada em 2008, com a explosão da "Bolha Imobiliária" do sub-prime americano, resolvi escrever neste portal dois artigos que procuraram mostrar o lado bom de uma crise: um mostrava o combate ao desperdício, que é bastante acentuado nas épocas de adversidades; o outro destacou a necessidade de mudanças de hábitos nas relações de consumo. Mesmo que boa parte dos meios de comunicação venham dando atenção ao lado ruim da atual crise pelo qual passa a economia brasileira, algumas reportagens também são apresentadas e mostram como algumas pessoas e empresas são criativas e fazem desse momento conjuntural difícil, uma oportunidade para implementar mudanças de hábitos para otimizar os escassos recursos, manter os empregos, aproveitar oportunidades, perpetuar tais atitudes mesmo após a crise, etc.

Lembro também do momento de racionamento de energia elétrica que o país vivenciou em 2001/2002 e tivemos que reduzir, em média, 30% no consumo de energia elétrica, pois do contrário o fornecimento para a nossa residência seria interrompido. Lembro-me que muitas pessoas deixavam o relógio do micro-ondas ligado o dia todo e muitos passaram a ligar somente este eletrodoméstico quando precisaria ser utilizado. E esse bom hábito se perpetua até hoje, pois sabemos que o único aparelho que precisa ficar ligado na tomada o dia todo é a geladeira. Todos os demais podem (e devem) ser retirados da tomada à noite e religados somente no dia seguinte quando forem utilizados, pois aquela luz vermelha, o stand-by, pode representar até 5% da conta de energia elétrica no final do mês.

Além do que foi citado no parágrafo imediatamente anterior, podemos enumerar mais alguns hábitos que precisam ser repensados sempre e não somente num momento de crise como o atual:

  • Combata o desperdício. Esse é um grande vilão das nossas contas. Quem desperdiça, joga, indiretamente, dinheiro no lixo! Desperdício é um inimigo invisível! Elimine todo o desperdício de alimentos, energia elétrica, água, tempo etc.;
  • Faça uma arrumação detalhada em sua casa (em cômodo por cômodo) e elimine tudo o que você não precisa (algumas coisas você pode vender em lojas e sites de roupas e utensílios usados; outras podem ser doadas; e outras deverão ser descartadas para a reciclagem ou até mesmo para o lixo). Você vai verificar que compra muita coisa e não utiliza. Devemos comprar somente o que vamos usar, independente se é para atender a uma necessidade ou a um desejo; E ressalto que as necessidade precisam ser atendidas de imediato. Já os desejos podem ser adiados;
  • Diminua gradativamente o tempo no banho! Você vai economizar água, energia elétrica e preservar a saúde (banhos muito quentes e muito demorados causam malefícios à pele);
  • Converse com amigos, vizinhos e parentes e organizem compras em atacados. O preço unitário é menor do que nos supermercados a varejo;
  • E quando precisar ir ao supermercado: analise previamente o que tem no estoque da despensa da sua casa, para não comprar coisas desnecessárias; Leve uma lista e respeite-a. Evite ir com fome e levar crianças; Elimine alguns supérfluos industrializados (diminua ou elimine o consumo de refrigerantes e passe a tomar mais suco de frutas, por exemplo); Não seja fiel a marcas! Seja fiel ao seu bolso! Substituas as marcas mais caras pelas mais baratas, sem comprometer a qualidade e satisfação, etc. Você já viu algum relógio em supermercado? Claro que não! Isso é estratégia para passarmos mais tempos e gastarmos mais;
  • Procure, preferencialmente, pagar suas contas em dinheiro, pois você pode pedir descontos que são bons para você e para os lojistas, que economizarão a taxa de administração dos cartões de crédito e débito. E se tiver que usar o cartão, utilize o de débito, pois quando pagamos nossas compras à vista (em dinheiro ou no débito), tendemos a gastar menos do que quando compramos no cartão de crédito. Estudiosos das "Finanças Comportamentais" realizaram pesquisas que mostram que quando compramos no cartão de crédito e pagamos tudo de uma vez no vencimento da fatura, tendemos a gastar mais; Já quando pagamos em dinheiro, tendemos a gastar menos e ser mais racional nas decisões de consumo;
  • Ao invés de comprar um eletroeletrônico novo, pesquise se encaminhá-lo ao conserto é mais barato. Se sim, faça isso! É bom para o seu bolso e para o meio-ambiente (precisamos questionar essa cultura de que tudo é descartável!);
  • Adie as compras que podem ser adiadas: será que você precisa de um celular novo? Será que você precisa de um smartphone novo? Será que você precisa (e tem condições) de trocar de carro todo ano? Será que você precisa comprar o último lançamento da mais moderna TV 4K? Será que você precisa de mais uma camisa nova? Será que você precisa de mais um sapato novo? Será que você precisa consumir, consumir e consumir ou você consome por outras razões (depressão, sente um vazio na vida, tristeza, quer aparentar ter um padrão de vida que não condiz com sua renda, quer competir com o colega do trabalho, o vizinho ou o parente que tem uma condição de vida financeira melhor do que a sua?). Seja feliz com o que você pode ter e tem.
  • Enfim, reúna sua família agora e trace uma estratégia para mudar de hábitos. Faça isso gradativamente.

E para aqueles que estão imunes à crise, pois já praticam esses bons hábitos sempre e tiveram uma prévia educação financeira, além de terem acumulado um bom patrimônio financeiro, no momento atual, oportunidades podem surgir para bons negócios, como surgiram em 2009, para quem tem um bom controle nas finanças pessoais. A tendência é do preços dos imóveis caírem, então boas oportunidade pode surgir já em 2016. Agências de viagens estão fazendo promoções (pode aparecer uma ótima oportunidade de conhecer aquele lugar tão sonhado, dentro do país ou até mesmo no exterior, com toda a família); Concessionárias estão fazendo promoções de carros novos e pode ser uma boa comprar um modelo maior, mais confortável, mais moderno etc. Isso quer dizer que, para quem foi prudente, teve consciência do padrão de vida que sempre pôde levar e é organizado com suas finanças e tem dinheiro no bolso e no saldo das suas aplicações financeiras para crescer de patrimônio, pode aproveitar as oportunidades citadas neste parágrafo, enquanto aqueles que somente têm dívidas além de suas possibilidades, nunca se preocuparam em aplicar o seu dinheiro (e não têm um centavo sequer em alguma aplicação), nunca tiveram interesse em estudar educação financeira e nem mesmo se aconselhar com especialistas da áreas, sempre foram imediatistas nas suas decisões de consumo; estes terão que fazer certos sacrifícios nos dias atuais para conviver com uma conjuntura de juros altos, inflação superior a meta do governo e desemprego que somente aumenta a cada mês.


Fernando Antônio Agra Santos é palestrante na área de Inteligência Financeira, Gestão de Pessoas, Relacionamento Interpessoal, Marketing Pessoal e Gestão do Tempo. É Economista pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Doutor em Economia Aplicada pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Professor da Universidade Salgado de Oliveira (Universo) e professor licenciado da Fundação Educacional Machado Sobrinho, todas as instituições em Juiz de Fora - MG. Também é economista do Centro Regional de Inovação de Transferência e Tecnologia (Critt) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). É autor do livro "Crédito Rural e Produtividade na Economia Alagoana" pela EDUFAL. É colunista do Portal ACESSA.com e foi coautor de artigos na Folha de São Paulo on line (com o colunista Samy Dana, Professor da FGV - SP), de agosto/2013 até janeiro/2015.Saiba mais clicando aqui.

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Fernando Agra Fernando Agra 9/07/2015

Tempos de crise: bons momentos para rever nossos hábitos!

Em fevereiro e março de 2009, quando vivíamos sobre os efeitos da crise financeira internacional, deflagrada em 2008, com a explosão da "Bolha Imobiliária" do sub-prime americano, resolvi escrever neste portal dois artigos que procuraram mostrar o lado bom de uma crise: um mostrava o combate ao desperdício, que é bastante acentuado nas épocas de adversidades; o outro destacou a necessidade de mudanças de hábitos nas relações de consumo. Mesmo que boa parte dos meios de comunicação venham dando atenção ao lado ruim da atual crise pelo qual passa a economia brasileira, algumas reportagens também são apresentadas e mostram como algumas pessoas e empresas são criativas e fazem desse momento conjuntural difícil, uma oportunidade para implementar mudanças de hábitos para otimizar os escassos recursos, manter os empregos, aproveitar oportunidades, perpetuar tais atitudes mesmo após a crise, etc.

Lembro também do momento de racionamento de energia elétrica que o país vivenciou em 2001/2002 e tivemos que reduzir, em média, 30% no consumo de energia elétrica, pois do contrário o fornecimento para a nossa residência seria interrompido. Lembro-me que muitas pessoas deixavam o relógio do micro-ondas ligado o dia todo e muitos passaram a ligar somente este eletrodoméstico quando precisaria ser utilizado. E esse bom hábito se perpetua até hoje, pois sabemos que o único aparelho que precisa ficar ligado na tomada o dia todo é a geladeira. Todos os demais podem (e devem) ser retirados da tomada à noite e religados somente no dia seguinte quando forem utilizados, pois aquela luz vermelha, o stand-by, pode representar até 5% da conta de energia elétrica no final do mês.

Além do que foi citado no parágrafo imediatamente anterior, podemos enumerar mais alguns hábitos que precisam ser repensados sempre e não somente num momento de crise como o atual:

  • Combata o desperdício. Esse é um grande vilão das nossas contas. Quem desperdiça, joga, indiretamente, dinheiro no lixo! Desperdício é um inimigo invisível! Elimine todo o desperdício de alimentos, energia elétrica, água, tempo etc.;
  • Faça uma arrumação detalhada em sua casa (em cômodo por cômodo) e elimine tudo o que você não precisa (algumas coisas você pode vender em lojas e sites de roupas e utensílios usados; outras podem ser doadas; e outras deverão ser descartadas para a reciclagem ou até mesmo para o lixo). Você vai verificar que compra muita coisa e não utiliza. Devemos comprar somente o que vamos usar, independente se é para atender a uma necessidade ou a um desejo; E ressalto que as necessidade precisam ser atendidas de imediato. Já os desejos podem ser adiados;
  • Diminua gradativamente o tempo no banho! Você vai economizar água, energia elétrica e preservar a saúde (banhos muito quentes e muito demorados causam malefícios à pele);
  • Converse com amigos, vizinhos e parentes e organizem compras em atacados. O preço unitário é menor do que nos supermercados a varejo;
  • E quando precisar ir ao supermercado: analise previamente o que tem no estoque da despensa da sua casa, para não comprar coisas desnecessárias; Leve uma lista e respeite-a. Evite ir com fome e levar crianças; Elimine alguns supérfluos industrializados (diminua ou elimine o consumo de refrigerantes e passe a tomar mais suco de frutas, por exemplo); Não seja fiel a marcas! Seja fiel ao seu bolso! Substituas as marcas mais caras pelas mais baratas, sem comprometer a qualidade e satisfação, etc. Você já viu algum relógio em supermercado? Claro que não! Isso é estratégia para passarmos mais tempos e gastarmos mais;
  • Procure, preferencialmente, pagar suas contas em dinheiro, pois você pode pedir descontos que são bons para você e para os lojistas, que economizarão a taxa de administração dos cartões de crédito e débito. E se tiver que usar o cartão, utilize o de débito, pois quando pagamos nossas compras à vista (em dinheiro ou no débito), tendemos a gastar menos do que quando compramos no cartão de crédito. Estudiosos das "Finanças Comportamentais" realizaram pesquisas que mostram que quando compramos no cartão de crédito e pagamos tudo de uma vez no vencimento da fatura, tendemos a gastar mais; Já quando pagamos em dinheiro, tendemos a gastar menos e ser mais racional nas decisões de consumo;
  • Ao invés de comprar um eletroeletrônico novo, pesquise se encaminhá-lo ao conserto é mais barato. Se sim, faça isso! É bom para o seu bolso e para o meio-ambiente (precisamos questionar essa cultura de que tudo é descartável!);
  • Adie as compras que podem ser adiadas: será que você precisa de um celular novo? Será que você precisa de um smartphone novo? Será que você precisa (e tem condições) de trocar de carro todo ano? Será que você precisa comprar o último lançamento da mais moderna TV 4K? Será que você precisa de mais uma camisa nova? Será que você precisa de mais um sapato novo? Será que você precisa consumir, consumir e consumir ou você consome por outras razões (depressão, sente um vazio na vida, tristeza, quer aparentar ter um padrão de vida que não condiz com sua renda, quer competir com o colega do trabalho, o vizinho ou o parente que tem uma condição de vida financeira melhor do que a sua?). Seja feliz com o que você pode ter e tem.
  • Enfim, reúna sua família agora e trace uma estratégia para mudar de hábitos. Faça isso gradativamente.

E para aqueles que estão imunes à crise, pois já praticam esses bons hábitos sempre e tiveram uma prévia educação financeira, além de terem acumulado um bom patrimônio financeiro, no momento atual, oportunidades podem surgir para bons negócios, como surgiram em 2009, para quem tem um bom controle nas finanças pessoais. A tendência é do preços dos imóveis caírem, então boas oportunidade pode surgir já em 2016. Agências de viagens estão fazendo promoções (pode aparecer uma ótima oportunidade de conhecer aquele lugar tão sonhado, dentro do país ou até mesmo no exterior, com toda a família); Concessionárias estão fazendo promoções de carros novos e pode ser uma boa comprar um modelo maior, mais confortável, mais moderno etc. Isso quer dizer que, para quem foi prudente, teve consciência do padrão de vida que sempre pôde levar e é organizado com suas finanças e tem dinheiro no bolso e no saldo das suas aplicações financeiras para crescer de patrimônio, pode aproveitar as oportunidades citadas neste parágrafo, enquanto aqueles que somente têm dívidas além de suas possibilidades, nunca se preocuparam em aplicar o seu dinheiro (e não têm um centavo sequer em alguma aplicação), nunca tiveram interesse em estudar educação financeira e nem mesmo se aconselhar com especialistas da áreas, sempre foram imediatistas nas suas decisões de consumo; estes terão que fazer certos sacrifícios nos dias atuais para conviver com uma conjuntura de juros altos, inflação superior a meta do governo e desemprego que somente aumenta a cada mês.


Fernando Antônio Agra Santos é palestrante na área de Inteligência Financeira, Gestão de Pessoas, Relacionamento Interpessoal, Marketing Pessoal e Gestão do Tempo. É Economista pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Doutor em Economia Aplicada pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Professor da Universidade Salgado de Oliveira (Universo) e professor licenciado da Fundação Educacional Machado Sobrinho, todas as instituições em Juiz de Fora - MG. Também é economista do Centro Regional de Inovação de Transferência e Tecnologia (Critt) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). É autor do livro "Crédito Rural e Produtividade na Economia Alagoana" pela EDUFAL. É colunista do Portal ACESSA.com e foi coautor de artigos na Folha de São Paulo on line (com o colunista Samy Dana, Professor da FGV - SP), de agosto/2013 até janeiro/2015.Saiba mais clicando aqui.

Fernando Agra 9/07/2015

Tempos de crise: bons momentos para rever nossos hábitos!

Em fevereiro e março de 2009, quando vivíamos sobre os efeitos da crise financeira internacional, deflagrada em 2008, com a explosão da "Bolha Imobiliária" do sub-prime americano, resolvi escrever neste portal dois artigos que procuraram mostrar o lado bom de uma crise: um mostrava o combate ao desperdício, que é bastante acentuado nas épocas de adversidades; o outro destacou a necessidade de mudanças de hábitos nas relações de consumo. Mesmo que boa parte dos meios de comunicação venham dando atenção ao lado ruim da atual crise pelo qual passa a economia brasileira, algumas reportagens também são apresentadas e mostram como algumas pessoas e empresas são criativas e fazem desse momento conjuntural difícil, uma oportunidade para implementar mudanças de hábitos para otimizar os escassos recursos, manter os empregos, aproveitar oportunidades, perpetuar tais atitudes mesmo após a crise, etc.

Lembro também do momento de racionamento de energia elétrica que o país vivenciou em 2001/2002 e tivemos que reduzir, em média, 30% no consumo de energia elétrica, pois do contrário o fornecimento para a nossa residência seria interrompido. Lembro-me que muitas pessoas deixavam o relógio do micro-ondas ligado o dia todo e muitos passaram a ligar somente este eletrodoméstico quando precisaria ser utilizado. E esse bom hábito se perpetua até hoje, pois sabemos que o único aparelho que precisa ficar ligado na tomada o dia todo é a geladeira. Todos os demais podem (e devem) ser retirados da tomada à noite e religados somente no dia seguinte quando forem utilizados, pois aquela luz vermelha, o stand-by, pode representar até 5% da conta de energia elétrica no final do mês.

Além do que foi citado no parágrafo imediatamente anterior, podemos enumerar mais alguns hábitos que precisam ser repensados sempre e não somente num momento de crise como o atual:

E para aqueles que estão imunes à crise, pois já praticam esses bons hábitos sempre e tiveram uma prévia educação financeira, além de terem acumulado um bom patrimônio financeiro, no momento atual, oportunidades podem surgir para bons negócios, como surgiram em 2009, para quem tem um bom controle nas finanças pessoais. A tendência é do preços dos imóveis caírem, então boas oportunidade pode surgir já em 2016. Agências de viagens estão fazendo promoções (pode aparecer uma ótima oportunidade de conhecer aquele lugar tão sonhado, dentro do país ou até mesmo no exterior, com toda a família); Concessionárias estão fazendo promoções de carros novos e pode ser uma boa comprar um modelo maior, mais confortável, mais moderno etc. Isso quer dizer que, para quem foi prudente, teve consciência do padrão de vida que sempre pôde levar e é organizado com suas finanças e tem dinheiro no bolso e no saldo das suas aplicações financeiras para crescer de patrimônio, pode aproveitar as oportunidades citadas neste parágrafo, enquanto aqueles que somente têm dívidas além de suas possibilidades, nunca se preocuparam em aplicar o seu dinheiro (e não têm um centavo sequer em alguma aplicação), nunca tiveram interesse em estudar educação financeira e nem mesmo se aconselhar com especialistas da áreas, sempre foram imediatistas nas suas decisões de consumo; estes terão que fazer certos sacrifícios nos dias atuais para conviver com uma conjuntura de juros altos, inflação superior a meta do governo e desemprego que somente aumenta a cada mês.

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