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    Contadores de Histórias do Granbery
    Alunos de Juiz de Fora se divertem com a arte de contar histórias

    Rita Couto
    *colaboração
    08/06/2005

    Quem disse que histórias e contos são coisas somente para criança? O grupo Contadores de História do Instituto Metodista Granbery prova que não! Os alunos e ex-alunos, auxiliados pelas professoras Laura Delgado e Leila Martins, participam, desde 1995, do projeto que começou pelo gosto da Literatura e a idéia de divulgá-la de forma bem descontraída.

    A paixão da professora Laura (foto ao lado) por Literatura e leitura a incentivou na formação do grupo de contadores, um projeto extra-classe pioneiro em Juiz de Fora. Atualmente, são realizadas nove oficinas com participação de alunos que vão desde a primeira série do primeiro grau até a faculdade.

    "Fui conhecer o trabalho dos contadores e fiquei fascinada, achei encantador! Falei para os meus alunos e muitos, inclusive eu, ingressaram no grupo", diz Leila.

    A inspiração veio das oficinas promovidas pelo Programa Nacional de Incentivo à Leitura (Proler). "Sempre contei histórias para os alunos e o programa desenvolvido pelo Ministério da Cultura era o que faltava para formar um grupo de contadores no colégio", conta Laura.

    Como começou...
    No início não foi muito fácil fazer o projeto ser bem visto pelos alunos. "Muitos diziam que não iam ficar ouvindo historinhas, que era coisa de criança. Mas depois que conheceram o trabalho, muitos jovens se interessaram e, hoje, temos até ex-alunos que, mesmo morando em outras cidades, que vêm à oficina na sexta-feira à noite", narra a criadora do projeto.

    As narrativas feitas nas oficinas podem ser clássicas, populares, poesias, criadas ou não pelos alunos e professoras. O importante é a socialização, a troca de informações que acontece entre quem narra e quem ouve."A narrativa sempre fez parte da vida do ser humano e as nossas ações dependem dela", conta Leila. "O nosso objetivo é formar pessoas brincantes, que se encantem com os mais diversos textos da mesma forma que uma criança", diz Leila (foto ao lado).

    Preocupadas não apenas com o texto, mas também com a forma de narração, as professoras também ensinam algumas técnicas vocais, corporais e interpretativas para os alunos.

    Para saber mais sobre os Contadores de Histórias do Granbery clique aqui

    *Rita Couto é estudante do terceiro período de Comunicação Social da UFJF

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