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    Quinta-feira, 12 de março de 2020, atualizada às 14h10

    Brasil registra 60 casos do novo coronavírus  

    Agência Brasil

    O Ministério da Saúde divulgou na manhã desta quinta-feira, 12 de março, durante entrevista à imprensa, que há oito novos casos confirmados do coronavírus no Brasil. O número subiu de 52 para 60. Os novos registros são do Paraná (seis casos) e no Rio Gande do Sul (mais dois pacientes).

    Atualmente são monitorados 930 casos suspeitos e 947 foram descartados. Do total de casos confirmados, nove (15%) são por transmissão local, quando é possível relacionar o doente a um caso confirmado; e 51 (85%) dos casos são importados, ou seja, de pessoas que viajaram ao exterior.

    Os casos confirmados no Brasil estão divididos em nove estados: São Paulo (30), Rio de Janeiro (13), Bahia (dois), Minas Gerais (um), Distrito Federal (dois), Rio Grande do Sul (quatro), Paraná (seis), Alagoas (um), Espírito Santo (um).

    Pandemia

    Na última quinta-feira, 11, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou pandemia de coronavírus. O termo é utilizado quando uma epidemia – grande surto que afeta uma região – se espalha por diferentes continentes com transmissão sustentada de pessoa para pessoa. Atualmente, há mais de 115 países com casos declarados da infecção.

    O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, pediu para os países redobrarem o comprometimento conta a doença. "Encontrar um bom equilíbrio entre proteger a saúde, impedir perturbações econômicas e sociais e respeitar os direitos humanos", disse Tedros.

    Investimentos para combater coronavírus

    Na comissão geral realizada ontem, na Câmara dos Deputados, sobre a situação do novo coronavírus, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, defendeu a liberação R$ 5,1 bilhões do Orçamento, oriundo de emendas da relatoria da Casa. A demanda por mais verbas foi apoiada por diversos deputados presentes na comissão. O valor será utilizado na atenção primária e hospitalar para reforçar as ações contra o vírus.

    O ministro avaliou que a letalidade do vírus é baixa, mas que seu principal impacto é a sobrecarga do sistema de saúde, que demandará mais profissionais, mais leitos, mais insumos e mais recursos para o custeio dessa estrutura adicional.

    “Você tem uma espiral de casos. Isso leva pessoas a procurarem unidades de saúde. Se o vírus não tem uma letalidade individual elevada, ele tem letalidade ao sistema de saúde. Quanto mais agudo o ângulo de crescimento, mais pessoas ao mesmo tempo acionam o sistema”, comentou.

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