LEONARDO AUGUSTO
BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - Com ausência de última hora do governador Romeu Zema (Novo), o primeiro debate entre candidatos ao governo de Minas Gerais contou com uma dobradinha do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PSD) com o senador Carlos Viana (PL) para ataques ao atual chefe do Poder Executivo do estado. O debate foi realizado na noite deste domingo (7) pela TV Band.

Kalil é o candidato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Minas Gerais, que lidera as pesquisas de intenção de voto para o Palácio do Planalto. Já Viana tem o apoio do presidente Jair Bolsonaro (PL) no estado. Bolsonaro está em segundo lugar nas pesquisas.

A Band informou que Zema confirmou presença no debate, enviou assessores horas antes para sorteio sobre regras do encontro, mas faltando 50 minutos para o início mandou nota afirmando que estava indisposto.

Durante a semana o governador cancelou compromissos com a argumentação de problemas de saúde.

Zema lidera pesquisa Datafolha divulgada no mês passado com 48% das intenções de voto. Kalil é o segundo com 21%. Durante o debate a cadeira destinada ao governador foi mostrada vazia.

Não foi a primeira vez que Zema confirma participação em um debate e falta. Nas eleições de 2018, fez o mesmo em confronto entre candidatos organizado pela Folha de S.Paulo.

A dobradinha entre Kalil e Viana ocorreu em perguntas sobre segurança e metrô. "O atual governo se recusa a conversar com as forças de segurança do estado", disse Viana. "O problema é falar que vai dar aumento e não dar".

O argumento da promessa não cumprida foi utilizado por parte dos agentes de segurança do estado, sobretudo policiais civis, para realizar manifestações contra o governo este ano.

Sobre o metrô, Viana disse que foram liberados R$ 2,8 bilhões pelo governo federal para expansão do metrô, mas que os recursos estão parados. Por sua vez, Kalil citou que as obras dependem de privatização da CBTU (Companhia Brasileira de Transportes Urbanos).

Depois de atacarem Zema em conjunto, passaram a avançar sobre os padrinhos um do outro. Kalil disse que Bolsonaro veio a Minas inaugurar "pedra fundamental", sem se referir a que obra. Viana disse que nem Dilma Rousseff (PT) nem Lula resolveram o problema do metrô da cidade.

As ameaças de teor golpista de Bolsonaro e os ataques que faz às urnas também foram citados pelos participantes do debate. "Essas críticas ao sistema eleitoral são para desviar atenção da fome e do retrocesso que se deseja", disse, o candidato do PSDB, Marcus Pestana.

A candidata do PSOL, Lorene Figueiredo, afirmou que Bolsonaro é defensor da ditadura. "Ri das pessoas sufocadas na Covid. Demorou muito para comprar vacina, tentando negociar um precinho", declarou.

Os critérios definidos pela emissora para organização do debate envolveram convite para os candidatos ao governo de Minas cujos partidos têm pelo menos cinco parlamentares no Congresso Nacional.

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LEONARDO AUGUSTO
BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - Com ausência de última hora do governador Romeu Zema (Novo), o primeiro debate entre candidatos ao governo de Minas Gerais contou com uma dobradinha do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PSD) com o senador Carlos Viana (PL) para ataques ao atual chefe do Poder Executivo do estado. O debate foi realizado na noite deste domingo (7) pela TV Band.

Kalil é o candidato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Minas Gerais, que lidera as pesquisas de intenção de voto para o Palácio do Planalto. Já Viana tem o apoio do presidente Jair Bolsonaro (PL) no estado. Bolsonaro está em segundo lugar nas pesquisas.

A Band informou que Zema confirmou presença no debate, enviou assessores horas antes para sorteio sobre regras do encontro, mas faltando 50 minutos para o início mandou nota afirmando que estava indisposto.

Durante a semana o governador cancelou compromissos com a argumentação de problemas de saúde.

Zema lidera pesquisa Datafolha divulgada no mês passado com 48% das intenções de voto. Kalil é o segundo com 21%. Durante o debate a cadeira destinada ao governador foi mostrada vazia.

Não foi a primeira vez que Zema confirma participação em um debate e falta. Nas eleições de 2018, fez o mesmo em confronto entre candidatos organizado pela Folha de S.Paulo.

A dobradinha entre Kalil e Viana ocorreu em perguntas sobre segurança e metrô. "O atual governo se recusa a conversar com as forças de segurança do estado", disse Viana. "O problema é falar que vai dar aumento e não dar".

O argumento da promessa não cumprida foi utilizado por parte dos agentes de segurança do estado, sobretudo policiais civis, para realizar manifestações contra o governo este ano.

Sobre o metrô, Viana disse que foram liberados R$ 2,8 bilhões pelo governo federal para expansão do metrô, mas que os recursos estão parados. Por sua vez, Kalil citou que as obras dependem de privatização da CBTU (Companhia Brasileira de Transportes Urbanos).

Depois de atacarem Zema em conjunto, passaram a avançar sobre os padrinhos um do outro. Kalil disse que Bolsonaro veio a Minas inaugurar "pedra fundamental", sem se referir a que obra. Viana disse que nem Dilma Rousseff (PT) nem Lula resolveram o problema do metrô da cidade.

As ameaças de teor golpista de Bolsonaro e os ataques que faz às urnas também foram citados pelos participantes do debate. "Essas críticas ao sistema eleitoral são para desviar atenção da fome e do retrocesso que se deseja", disse, o candidato do PSDB, Marcus Pestana.

A candidata do PSOL, Lorene Figueiredo, afirmou que Bolsonaro é defensor da ditadura. "Ri das pessoas sufocadas na Covid. Demorou muito para comprar vacina, tentando negociar um precinho", declarou.

Os critérios definidos pela emissora para organização do debate envolveram convite para os candidatos ao governo de Minas cujos partidos têm pelo menos cinco parlamentares no Congresso Nacional.


LEONARDO AUGUSTO
BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - Com ausência de última hora do governador Romeu Zema (Novo), o primeiro debate entre candidatos ao governo de Minas Gerais contou com uma dobradinha do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PSD) com o senador Carlos Viana (PL) para ataques ao atual chefe do Poder Executivo do estado. O debate foi realizado na noite deste domingo (7) pela TV Band.

Kalil é o candidato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Minas Gerais, que lidera as pesquisas de intenção de voto para o Palácio do Planalto. Já Viana tem o apoio do presidente Jair Bolsonaro (PL) no estado. Bolsonaro está em segundo lugar nas pesquisas.

A Band informou que Zema confirmou presença no debate, enviou assessores horas antes para sorteio sobre regras do encontro, mas faltando 50 minutos para o início mandou nota afirmando que estava indisposto.

Durante a semana o governador cancelou compromissos com a argumentação de problemas de saúde.

Zema lidera pesquisa Datafolha divulgada no mês passado com 48% das intenções de voto. Kalil é o segundo com 21%. Durante o debate a cadeira destinada ao governador foi mostrada vazia.

Não foi a primeira vez que Zema confirma participação em um debate e falta. Nas eleições de 2018, fez o mesmo em confronto entre candidatos organizado pela Folha de S.Paulo.

A dobradinha entre Kalil e Viana ocorreu em perguntas sobre segurança e metrô. "O atual governo se recusa a conversar com as forças de segurança do estado", disse Viana. "O problema é falar que vai dar aumento e não dar".

O argumento da promessa não cumprida foi utilizado por parte dos agentes de segurança do estado, sobretudo policiais civis, para realizar manifestações contra o governo este ano.

Sobre o metrô, Viana disse que foram liberados R$ 2,8 bilhões pelo governo federal para expansão do metrô, mas que os recursos estão parados. Por sua vez, Kalil citou que as obras dependem de privatização da CBTU (Companhia Brasileira de Transportes Urbanos).

Depois de atacarem Zema em conjunto, passaram a avançar sobre os padrinhos um do outro. Kalil disse que Bolsonaro veio a Minas inaugurar "pedra fundamental", sem se referir a que obra. Viana disse que nem Dilma Rousseff (PT) nem Lula resolveram o problema do metrô da cidade.

As ameaças de teor golpista de Bolsonaro e os ataques que faz às urnas também foram citados pelos participantes do debate. "Essas críticas ao sistema eleitoral são para desviar atenção da fome e do retrocesso que se deseja", disse, o candidato do PSDB, Marcus Pestana.

A candidata do PSOL, Lorene Figueiredo, afirmou que Bolsonaro é defensor da ditadura. "Ri das pessoas sufocadas na Covid. Demorou muito para comprar vacina, tentando negociar um precinho", declarou.

Os critérios definidos pela emissora para organização do debate envolveram convite para os candidatos ao governo de Minas cujos partidos têm pelo menos cinco parlamentares no Congresso Nacional.