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    Dança para entrar em forma Movimentar o corpo ao som de ritmos típicos do verão é a melhor maneira de entrar em forma. Aproveite o Carnaval e cai na folia para emagrecer

    Marinella Souza
    *Colaboração
    10/01/2008

    Sol, verão, carnaval e todo mundo querendo entrar em forma para curtir os dias de folia. Essa mistura pode ser perigosa, mas, com os cuidados adequados, é possível juntar tudo isso num pacote só.

    Ficou confuso? Mas é verdade. Aproveitar os ritmos do verão para entrar em forma é uma realidade que toma conta das academias de Juiz de Fora durante todo o ano, em especial, nas vésperas do carnaval.

    Essa é uma alternativa bastante eficiente na luta contra a balança, mas a professora de educação física, Lucilene Trifilio (foto abaixo), alerta sobre a importância de se fazer uma avaliação antes de começar a dançar.

    "Nenhuma atividade física deve ser feita sem uma avaliação médica. Além disso, não dá para ficar o ano todo parado e querer fazer tudo no verão e exagerar na dose", diz.

    A professora explica que as aulas de axé, samba e forró são uma maneira divertida de manter a forma. "É uma variação de exercício, é mais diversificada, mais gostosa porque sai da rotina dos ritmos comuns nas academias de ginástica".

    Foto de Lucilene Trifilio Uma aula de dança é importante para o condicionamento físico, o equilíbrio, a coordenação motora e a perda de peso. "Mas como toda atividade física, deve estar associada a uma alimentação saudável", ressalta.

    Segundo Lucilene, em uma hora de aula de dança, a pessoa elimina, em média, 400 calorias. Mas o professor de educação física, Marcelo Dias Vale (no vídeo), arrisca um pouco mais. "Eu dou uma aula mais puxada, acredito que uma pessoa que transpire mais um pouco, elimine cerca de 480 a 500 calorias".

    Uma terapia

    Embora discordem quanto ao número de calorias eliminadas, os professores são categóricos ao afirmar que as aulas de dança são uma terapia.

    Segundo Lucilene, algumas pessoas são mais tímidas e acabam se soltando nas aulas. "Normalmente, esse tipo de aula é mais procurado pelos mais jovens, mas é muito comum que os adultos acabem seduzidos pelo ritmo e pela alegria das aulas e, uma vez lá dentro, acabam esquecendo a timidez".

    Marcelo reforça o comentário. "Como as aulas são bem alegres, as pessoas se soltam mais. O ambiente é muito descontraído". Paula Moura, de 27 anos, pratica esse tipo de dança há mais de sete anos e não abre mão do exercício.

    Foto de Paula Moura "Vejo a dança como uma forma de relaxar física e emocionalmente. Depois que comecei a fazer, melhorei meu equilíbrio, minha coordenação motora... tudo fica melhor. É sem comparação", afirma.

    Segundo os professores, qualquer pessoa pode fazer uma aula de dança, mas é preciso considerar a idade, o biotipo, o tipo de vida que a pessoa leva e seu histórico. "Às vezes, uma pessoa está em idade mais avançada, mas está acostumada a praticar exercícios, aí agüenta a aula numa boa. Mas o inverso também acontece", comenta Lucilene.

    Marcelo acrescenta: "não existem muitas contra-indicações para dançar, a menos que a pessoa tenha alguma lesão no joelho, por exemplo, porque é um exercício de muito impacto".

    *Marinella Souza é estudante de Comunicação da UFJF

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