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    Quinta-feira, 21 de agosto de 2008, atualizada às 16h05

    Secretaria de Saúde intensifica o combate e a prevenção à febre maculosa em Juiz de Fora. Dois casos já em 2008



    Daniele Gruppi
    Repórter

    Com o objetivo de combater e prevenir a febre maculosa em Juiz de Fora, a Secretaria de Saúde intensifica o controle à proliferação de carrapatos-estrela - que podem transmitir a doença a seres humanos -, através da aplicação de carrapaticidas em cavalos pertencentes aos carroceiros.

    Em Juiz de Fora, já foram registrados este ano dois casos de febre maculosa, um suspeito e um confirmado, todos dois no bairro Linhares (ver mapas). Em 2007, foram quatro notificações, um em Santa Terezinha, dois no Progresso e um no Santa Luzia - destes quatro casos, houve uma morte no Progresso e uma no Santa Luzia.

    O controle de carrapatos-estrela começou em abril e vai até outubro. É neste período, de seca, que o carrapato se encontra nas fases de larva e ninfa, sendo menos resistentes a inseticidas e oferecendo maior risco à transmissão da doença.

    Segundo a Secretaria de Saúde, 180 animais na cidade passam pelo controle. Os eqüinos recebem os cuidados a cada 20 dias. Os pontos de aplicação da substância são os tradicionais de carroça, como Tupi/ Francisco Bernardino, campo do Amambaí, Linhares, Manoel Honório/beira do Paraibuna, Santa Luzia, Santa Rita, Progresso, Parque Guarani, Granjas Bethânia, São Geraldo e Previdenciários (ver mapas).

    Febre maculosa

    A Secretaria de Saúde informou que a febre maculosa é causada por uma bactéria chamada Rickettsia rickttsii, transmitida pela picada do carrapato-estrela. A bactéria pode infestar cavalos, bovinos e, excepcionalmente, animais domésticos.

    Para que ocorra a transmissão para o homem é necessário que o carrapato infectado permaneça na pele da pessoa por mais de quatro horas. Os sintomas da febre maculosa são febre, dores no corpo, dor de cabeça e prostração.

    Do segundo ao sexto dia da doença surgem, geralmente, manchas avermelhadas no corpo, principalmente, pernas e braços com maior acometimento nas plantas dos pés e palmas das mãos. A doença é tratada com antibiótico específico, com bons resultados se o diagnóstico for realizado precocemente. Caso não seja, pode levar ao óbito.

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