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    Sexta-feira, 28 de agosto de 2009, atualizada às 18h13

    Câmara repassa denúncias de falta de médicos plantonistas e de remédios à Prefeitura

    Clecius Campos
    Repórter

    As denúncias de irregularidades no Hospital de Pronto Socorro (HPS), recebidas pela Comissão de Saúde da Câmara Municipal, por parte do corpo clínico da instituição, na última quarta-feira, 26 de agosto, foram repassadas à Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) na manhã desta sexta-feira, dia 28.

    De acordo com o vereador que integra a comissão, Wanderson Castelar (PT), os médicos reclamam a falta de plantonistas nas especialidades de traumatologia, ortopedia e neurocirurgia. "Esta última é a área mais carente e conta, segundo os servidores, com plantão apenas de segunda a quarta-feira. Isso é inadmissível, pois eles realizam cirurgias que envolvem traumatismo craniano, por exemplo."

    Castelar afirma que os médicos elaboraram uma relação que contém dez itens de carência no HPS, entre eles a necessidade de efetivação de funcionários e equipamentos. "De acordo com os plantonistas, algumas salas estão sem foco, aparelho utilizado para iluminar o paciente." Além disso, a falta de medicamentos, principalmente antibióticos, foi apontada como um dos grandes problemas.

    De acordo com o diretor-geral do HPS, Geraldo Dilly, a PJF nomeou recentemente 34 médicos para o setor de urgência e emergência, ficando o déficit de apenas uma vaga. "Como um dos profissionais pediu exoneração, agora temos falta de dois no setor de cirurgia geral." Sobre a falta de medicamentos, Dilly afirma que, dos 300 remédios disponibilizados rotineiramente, 20 estão em falta no hospital.

    A justificativa é o reajuste do preço de alguns medicamentos, o que forçou a administração municipal a abrir nova licitação. "Há ainda um problema com a distribuição de alguns antibióticos, já que alguns sais para a composição estão em falta para os fornecedores. Porém, um remédio equivalente pode ser prescrito." A expectativa é de que os antibióticos cheguem no final de setembro.

    De acordo com Castelar, o grupo vai aguardar os desdobramentos do caso para tomar nova atitude. A ideia é realizar nova reunião com o corpo clínico do hospital a fim de repassar as informações intermediadas com a PJF.

    Os textos são revisados por Madalena Fernandes

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