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    Quarta-feira, 16 de dezembro de 2009, atualizada às 12h

    Inclusão de 130 medicamentos no registro de preços da Secretaria de Saúde vai garantir dispensação com mais agilidade

    Pablo Cordeiro
    *Colaboração

    Um novo registro de preços de medicamentos é analisado pela Comissão Permanente de Licitações (CPL) da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) e a previsão é de que para o início do ano haja um aumento de 130 remédios na relação atual da Secretaria de Saúde (SS).

    "Atualmente, trabalhamos com 300 remédios dentro do registro de preços, que são dispendidos com maior agilidade, quando requisitados. A cesta básica entregue às Unidades Básicas de Saúde (UBS) reúne 126 medicamentos, mas a SS distribui outros", explica a subsecretária de Administração e Finanças da SS, Tânia Bomtempo.

    Em reunião realizada na manhã desta quarta-feira, 16 de dezembro, na Câmara Municipal, foram discutidas esta e outras questões relacionadas com a logística de distribuição de medicamentos nas unidades de saúde. Segundo o vereador Chico Evangelista (PP), membro da Comissão de Saúde da Câmara, as maiores reclamações recebidas pela comissão são a falta de remédios e problemas na entrega. "Discutimos a melhor forma de comunicação entre os supervisores nas UBSs para que eles informem corretamente o que está faltando. Também foi debatido o aumento da frota de carros para entrega dos remédios."

    Atualmente, a SS conta com cinco veículos para fazer a distribuição. A expectativa é de que mais cinco veículos sejam delegados para a tarefa no início de 2010. "Ao lado da CPL, responsável pela compra de medicamentos, e da Secretaria de Administração e Recursos Humanos (SARH), responsável pelo abastecimento, estamos reforçando a distribuição de medicamentos", ressalta Tânia.

    Ela acrescenta que, para sanar o problema, campanhas educativas serão realizadas junto aos usuários e funcionários das unidades. A intenção é que eles possam ter conhecimento dos tipos de remédios distribuídos e a forma correta de fazer o pedido. "A campanha será para instruir o usuário sobre como conseguir o remédio e ensinar o funcionário, que muitas vezes não sabe, como analisar o estoque e pedir os medicamentos em falta. Por exemplo, remédios relacionados com a saúde mental, aplicados nas unidades 24h, com dispensação excepcional e através de mandato judicial, não podem ser distribuídos nas UBSs."   

    *Pablo Cordeiro é estudante do 9º período de Comunicação Social da UFJF

    Os textos são revisados por Madalena Fernandes

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