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    Sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010, atualizada às 17h02

    Caso de leptospirose é confirmado em Juiz de Fora

    De acordo com o Departamento de Vigilância Epidemiológica e Ambiental  da Secretaria de Saúde, um caso de leptospirose foi confirmado em Juiz de Fora nesta sexta-feira, 12 de fevereiro. A vítima faleceu em 14 de janeiro deste ano. Apesar de o exame ter apresentado sorologia negativa para a doença, o Departamento considerou o caso positivo para a leptospirose após análise da evolução rápida do quadro clínico e histórico do paciente.

    De acordo com o Departamento de Zoonoses da Secretaria de Saúde, a epidemiologia do caso pode se convergir para a leptospirose com base nas alterações bioquímicas apresentadas pela vítima e no levantamento histórico do caso, realizado em conjunto pelos departamentos de Epidemiologia e Zoonose. Foi constatado que a vítima trabalhava em um colégio que foi invadido pela água das chuvas e em sua residência havia presença de fezes de roedores. Assim ele foi inserido no público de risco.

    A informação do departamento de epidemiologia é que o paciente apresentou uma evolução muito rápida da doença, apresentando sintomas como febre alta, icterícia (cor amarelada da pele) e dor na panturrilha, sintoma capaz de diferenciar a leptospirose de outras doenças.

    O Departamento de Zoonoses alerta para a importância do controle da população de roedores, uma vez que o rato é o principal reservatório da leptospirose. Com as chuvas e inundações, a bactéria leptospira, presente na urina do rato, se espalha nas águas, invade as casas e pode contaminar, através da pele, os que entram em contato com áreas infectadas.

    Formas de prevenção
    • Usar calçados e luvas ao limpar locais que foram inundados pelas águas das chuvas.
    • Não acumular lixo orgânico, entulhos e materiais de construção.
    • Vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos, forros, meia-canas e rodapés.
    • Manter limpos os locais próximos das residências, jardins, quintais, paióis e celeiros, além dos utensílios e vasilhames de alimentação animal.
    • Para evitar a presença do roedor pela redondeza, deve-se manter gramados bem aparados. O mato alto é um bom abrigo para os ratos, portanto, oferece risco de infectar os moradores da região.

    Fonte: Secretaria de Saúde PJF



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