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    Quarta-feira, 10 de novembro de 2010, atualizada às 18h50

    Cerca de 80 pacientes são atendidos por dia pelo Programa de Saúde Auditiva em Juiz de Fora

    Aline Furtado
    Repórter

    Implantado há cinco anos, o Programa Nacional de Saúde Auditiva atende, diariamente, a aproximadamente 80 pacientes em Juiz de Fora. Além disso, a equipe responsável pelos atendimentos desenvolve o trabalho de acompanhamento a cerca de 7.200 pessoas da cidade e da região.

    As ações gratuitas incluem desde a realização de exames para detecção de problemas auditivos até o fornecimento de próteses. "Ao longo destes cinco anos de trabalho, já conseguimos disponibilizar 12.860 próteses", afirma o fonoaudiólogo e coordenador do programa em Juiz de Fora, Fernando Cesar Rodrigues de Souza. Ele lembra que a maioria, cerca de 60% dos atendimentos no caso de reabilitação auditiva, é referentes a idosos.

    No dia em que é comemorado o Dia Nacional da Prevenção da Surdez, 10 de novembro, ele destaca os cuidados que devem ser tomados pela população para combater a deficiência auditiva. "É importante trabalhar a prevenção, o diagnóstico precoce, além da promoção da reabilitação auditiva."

    As mães devem ficar atentas à importância do pré-natal e das vacinas contra a rubéola e o sarampo, já que essas doenças são responsáveis pelo alto índice de perda auditiva. "As crianças que nasceram por meio de partos de alto risco também devem ser observadas, assim como os casos em que há histórico de perda auditiva na família."

    Ainda com relação aos recém-nascidos, Souza destaca a contribuição trazida pelo teste da orelhinha, que permite a detecção de possíveis problemas e, consequentemente, a intervenção precoce. Os pais devem buscar ajuda quando a criança demora a falar, quando não há respostas à emissão de sons, quando há isolamento, além do hábito de trocar letras das palavras.

    "Uma frase que costumamos ouvir é 'Escuto, mas não entendo'. Este também é um sinal de alerta porque sugere a percepção de som distorcido", destaca o fonoaudiólogo, lembrando que zumbidos no ouvido merecem cuidados. "Hoje, as pessoas têm o hábito de usar fones de ouvido com o som no último volume, isto pode, ao longo do tempo, provocar a perda da audição."

    Campanha

    Para marcar o Dia Nacional da Prevenção da Surdez, o Programa Nacional de Saúde Auditiva, junto com uma clínica particular da cidade, realiza, até a próxima sexta-feira, dia 12, uma campanha de prevenção nas escolas públicas e privadas da cidade.

    "As crianças são excelentes disseminadoras de ideias, por isso, a escolha." Na saída das aulas, atores abordam os alunos e os profissionais da saúde distribuem panfletos com orientações sobre formas de cuidados com a audição.

    Os textos são revisados por Thaísa Hosken

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