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    Quarta-feira, 1 de agosto de 2012, atualizada às 12h

    Servidores da Superintendência Regional de Saúde realizam manifestação em frente ao Pam Marechal

    Nathália Carvalho
    *Colaboração
    Manifestação servidores saúde

    Em greve desde o dia 5 de julho, os servidores da Superintendência Regional de Saúde (SRS) realizaram uma nova manifestação na manhã desta quarta-feira, 1º de agosto, em frente ao Pam Marechal, na rua Marechal Deodoro. Munidos de faixas, cartazes, apitos e caixa de som, os grevistas prestavam esclarecimentos à população a respeito das reivindicações e denunciavam as práticas consideradas irregulares pela administração estadual.

    "Vamos continuar realizando nossos atos públicos, já que precisamos mostrar para as pessoas a respeito da nossa situação, e ainda promover visibilidade para nosso movimento", explica o servidor à frente do Comando de Greve Regional da SRS, Victor Pereira, referindo-se à localização central escolhida para o ato desta manhã. Na ocasião, ele ressaltou o apoio que está sendo oferecido aos trabalhadores estaduais municipalizados, que trabalham nas instituições de saúde da cidade. "Alguns desses profissionais ainda não aderiram à greve e estamos trazendo o movimento para perto, como forma de incentivo."

    Pereira comenta também que uma situação delicada vivida atualmente pela categoria refere-se à diferenciação salarial entre funcionários que exercem a mesma função. "Também estamos protestando contra a política de recursos humanos adotada pela atual administração estadual. Pessoas terceirizadas chegam a receber mais que nós, que somos concursados, para fazer o mesmo trabalho. Isto precisa ser regulamentado", explica.

    Em Juiz de Fora, o movimento tem comprometido o funcionamento de alguns setores. De acordo com os sindicalistas, o Núcleo de Gestão Microrregional, a Vigilância Sanitária, o Núcleo de Atenção Primária à Saúde (Napres), o Núcleo de Atenção à Saúde (NAS) e o Laboratório Macro Regional estão totalmente parados. Outros departamentos, como de Imunização, de Epidemiologia, além dos setores de Finanças e Prestação de Contas, sofreram adesão parcial.

    Exigências

    Os funcionários exigem da Secretaria de Saúde do Estado (SES) que haja acordo equivalente àqueles já formalizados com os demais servidores da categoria. Pereira explica que a SRS e a Escola de Saúde Pública de Minas Gerais (ESP-MG) são os dois dos órgãos de saúde vinculados ao estado que ainda não foram beneficiados pelo governo após a greve dos servidores de saúde deste ano.

    Entre as reivindicações está o pagamento do adicional de insalubridade para os trabalhadores; pagamento do benefício do vale-transporte para todos os trabalhadores da SES; reajuste do valor do benefício de tíquete-refeição; pagamento de 40% sobre o vencimento básico dos profissionais que exercem as funções técnicas de radiologia; pagamento do prêmio de produtividade a todos os servidores, inclusive os municipalizados; regulamentação em lei do cargo de Especialista em Políticas e Gestão da Saúde (EPGS), nos mesmos moldes do cargo de Especialista em Políticas e Gestão Governamental (EPGG); garantia do cronograma das reuniões na Mesa Permanente de Negociação do SUS; e inserção da gratificação complementar, nos mesmos moldes da existe na Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig).

    *Nathália Carvalho é estudante do 8º período de Comunicação Social da UFJF

    Os textos são revisados por Mariana Benicá

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