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    Juiz de Fora decreta situação de emergência em área da saúde

    A ação visa facilitar o aprimoramento do serviço emergencial. Investimento do Governo de Minas favorecerá ações de urgência e emergência

    Eduardo Maia
    Repórter
    29/7/2013
    coletiva

    O atendimento ao setor de urgência e emergência de Juiz de Fora opera em "situação de emergência", decretada pelo prefeito Bruno Siqueira, na última sexta-feira, 26 de julho, e publicada no Diário Oficial do Município, no sábado, 27. Estabelecida pelo período de 180 dias, a medida foi tomada em razão das dificuldades de reposição em escalas de médicos especialistas, principalmente nas áreas de traumatologia e ortopedia, como explica o secretário de saúde José Laerte da Silva Barbosa.

    Segundo ele, o entrave ocorre em razão do reduzido número de profissionais na cidade, que se revezam no atendimento à rede pública e privada. Laerte considera que o estado decretado facilitará a contratação e remanejamento de pessoal, "superando dificuldades que a lei impõe", afirma.

    A medida autoriza ainda o remanejamento dos servidores públicos da administração municipal a atenderem às demandas prioritárias do Serviço de Urgência e Emergência e ainda as contratações emergenciais de materiais e serviços que se fizerem necessário. Já em vigor, ela pode ser revogada assim que os serviços retornarem à normalidade.

    Rede de atendimento de urgência e emergência ganha incentivo

    coletivaEm visita à Juiz de Fora na manhã desta segunda, 29, o secretário de saúde de Minas Gerais, Antônio Jorge de Souza Marques, anunciou a implantação da Rede de Urgência e Emergência da região Macro Sudeste de MG, que envolve Juiz de Fora e mais 93 municípios da região, divididos em oito microrregiões. A proposta é para que sejam investidos em torno de R$ 43 milhões anuais por parte do Governo de Minas, em ações do Sistema de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e da Rede Resposta Hospitalar.

    De acordo com o secretário, a medida é uma "revolução em apoio tecnólogico" e favorecerá a operacionalização do sistema de atendimento emergencial, visando ao encaminhamento do paciente o "mais rápido possível para o lugar certo", afirma. As principais ocorrências recebidas em caráter emergencial hoje são o infarto do miocárdio, acidente vascular encefálico (AVE) e os traumas físicos, caracterizados por acidentes externos e suas consequentes enfermidades como fraturas ósseas.

    A ação durante o processo de socorro médico será orientada pela Central de Operações do Samu, que fará o direcionamento do paciente e da ambulância para o hospital onde receba o atendimento especializado para a sua enfermidade, ao contrário do socorro no hospital mais próximo. O modelo foge ao sistema centralizado do atendimento local, propondo uma regionalização do sistema em uma linguagem única, baseada em modelos internacionais. "Vamos usar a linguagem do protocolo de Manchester, utilizado por países como Estados Unidos, no Reino Unido e Nova Zelândia", observa Antônio Jorge.

    Projeto Aeromédico

    Dentro da proposta apresentada para a implantação da rede, consta também a aquisição de um helicóptero e a criação de um heliporto em Juiz de Fora para utilização restrita ao Samu. O equipamento fortalecerá a ação do socorro em tempo reduzido, atendendo a toda a macro região. "Nós estamos adquirindo aeronaves próprias para resgatar o paciente. Cada aeronave desta custa R$ 28 milhões. A nossa ideia é proporcionar este atendimento a todo o estado até 2017 e para a região macro-sudeste até 2015", informou Marques.


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