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    Segunda-feira, 24 de outubro de 2016, atualizada às 18h20

    Mamógrafo móvel realiza exames gratuitos até sexta-feira na praça Largo do Riachuelo

    Angeliza Lopes
    Repórter
    foto

    Até a próxima sexta-feira, 28 de outubro, serão realizados 250 mamografias gratuitas em um mamógrafo móvel que está instalado na praça Largo do Riachuelo, na região Central de Juiz de Fora. As fichas serão distribuídas pela manhã, antes mesmo do início dos atendimentos, que acontecem das 7h30 às 16h. A ação, que faz parte da campanha Outubro Rosa, pretende atender mulheres entre 40 a 69 anos. Serão realizados 50 exames por dia, sendo divididos em 25 pela manhã e 25 à tarde, com agendamento conforme ordem de chegada.

    As assistidas que não conseguirem a ficha no dia e tiverem entre 50 e 69 anos, podem fazer o pré-cadastro no mesmo local para realização do exame na sede da Agência de Cooperação Intermunicipal em Saúde Pé da Serra (Acispes), que fica na avenida Itamar Franco. Para fazer a mamografia ou o cadastro, a mulher precisa apresentar o documento de identidade, Cartão do SUS e exames antigos.

    A mastologista Estela Laporte, do Centro Estadual de Atenção Especial a Mulher e Criança (CEAE), explica que todas as pacientes que tiverem detectado alteração nos resultados, serão acompanhadas pelo CEAE. “Depois que ela levar para o posto de saúde o exame e for detectado alteração, a paciente será direcionada para nosso atendimento. Fazemos o Ultrassom, biópsia e encaminhamento para cirurgia, se necessário, no Hospital João Felício. Tão importante quanto fazer o exame é ter o acompanhamento”, explica, lembrando que o exame dura entre 7 e 10 minutos.

    A médica afirma que o único exame que diminui a mortalidade por câncer de mama é a mamografia e que a Sociedade Brasileira de Mastologia preconiza que o procedimento seja feito a partir dos 40 anos, anualmente, enquanto outros órgãos dizem a partir dos 50 anos. “Mas notamos que crescem cada vez mais risco da doença acometer mulheres mais jovens. O melhor tratamento é aquele que é feito no estágio inicial do câncer. Quanto mais cedo for descoberto, maior a oportunidade da paciente conseguir 100% de cura”.

    Técnica de enfermagem, Rosélia Silva, de 44 anos, conta que é a primeira vez que faz o exame. "Como não consegui agendar pela campanha no meu bairro, cheguei cedo para tentar fazer a mamografia aqui na praça. Tenho caso na família, por isso fui orientada a fazer o exame de forma rotineira", destaca.

    Dados

    O câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais comum entre as brasileiras, atrás apenas do câncer de pele. Segundo o Ministério da Saúde, a cada ano são cerca de 60 mil novos casos. A doença pode ser detectada nas fases iniciais, o que aumenta as chances de cura. Dados da SES confirmam que, em Minas Gerais, o câncer de mama é o de maior incidência em mulheres. Estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), apontam que são esperados 5.160 novos casos da doença no Estado, uma taxa bruta de incidência de 48,19 para cada grupo de 100 mil mulheres mineiras. A taxa de mortalidade feminina por câncer de mama em Minas, estimada pelo INCA em 2013, é de 11,37 óbitos para cada grupo de 100 mil mulheres.



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