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    Terça-feira, 7 de fevereiro de 2017, atualizada às 16h48

    Mortes de macacos fazem Juiz de Fora ser incluída no boletim da febre amarela

    Da redação

    A morte de dois macacos, na Zona Rural de Juiz de Fora, fez a cidade ser incluída no novo informe epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), divulgado na tarde da última segunda-feira, 6 de fevereiro.

    De acordo com o documento, as mortes ainda estão sendo investigadas e deve demorar até quinze dias para o resultado sair. A Subsecretaria de Vigilância e Proteção à Saúde do Estado não considera que o município esteja em uma área de risco.

    O subsecretário em Vigilância em Saúde de Juiz de Fora, Rodrigo Almeida, explicou a situação."Nós fomos notificados e enviamos os dois macacos para o exame laboratorial em Belo Horizonte. Geralmente demora quinze dias, mas pode ser que demore mais, pois o estado inteiro está mandando animais para análise. Faz parte do protocolo de prevenção. E esse protocolo nos faz vacinar os moradores da zona rural. É puramente preventivo", afirma.

    Em relação à vacinação, Almeida comenta como está a procura. "Essa vacina faz parte do quadro vacinal e, normalmente, não falta na rede. Está em falta agora porque a demanda está superior ao tradicional. A comoção do surto fez as pessoas procurarem mais os postos para vacinar, inclusive pessoas que não tinham que estar na fila. Nós vimos casos de pessoas que já tomaram duas doses. Geralmente a cidade recebe cinco mil doses por mês e, num período tranquilo, nós até devolvemos por falta de procura. Temos uma situação epidemiológica segura em Juiz de Fora. Como é uma vacina que tem no calendário vacinal, e está disponível durante todos os meses do ano, aquelas pessoas que não vão viajar para áreas de risco, ou já tomaram a primeira dose, podem aguardar para um período que não esteja tão cheio", diz.

    Por fim, o subsecretário acalma a população. "Há relatos da polícia de que as pessoas estavam abatendo macacos na região e é preciso esclarecer que eles não transmitem a doença para o homem. São dois mosquitos que picam o macaco e depois transmite para o ser humano. Se alguém encontrar algum macaco morto, deve acionar a polícia florestal, o Instituto Estadual de Florestas e o Ibama. Mas não há necessidade de corrida aos postos de saúde. A prioridade é para quem nunca se vacinou e para quem vai viajar para as áreas endêmicas", completa.

    Em todo o estado, já foram confirmados 167 casos. Outros  695 ainda estão sob investigação. A SES-MG também descartou 54 casos.

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