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    Quarta-feira, 10 de janeiro de 2018, atualizada às 17h28

    Sobe para seis o número de macacos encontrados mortos em Juiz de Fora

    Da redação

    Mais um macaco foi encontrado morto na manhã desta quarta-feira, 10 de janeiro, no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Frequentados do espaço encontraram o animal próximo a entrada da Faculdade de Educação Física (Faefid). Com o novo caso, subiu para seis o número de primatas mortos localizados só este ano na cidade.

    A gerente de Vigilância Epidemiológica de Juiz de Fora, Michele Freitas, diz que do total de animais, apenas três – contando com da UFJF, foram encaminhados para análise relacionada a febre amarela. Os outros estavam em estado avançado de putrefação e não tinham como passar pelos testes.

    A Diretoria de Imagem Institucional informou que logo depois que foi comunicada do fato, adotou as medidas protocolares. A equipe de vigilância acionada, fez o isolamento do local onde o animal foi encontrado. A diretoria fez contato com o Setor de Zoonose do município, que deslocou para recolher o macaco. Agora, ele fica sob responsabilidade da Gerência Regional de Saúde, que vai enviá-lo para Belo Horizonte, onde serão feitos os testes.

    Segundo a Diretoria, as câmeras registraram que o animal foi atropelado por um carro às 10h03. “As imagens também vão ficar a disposição da Vigilância Sanitária para auxiliar nas apurações. A administração reforça que entrará em contato com os setores competentes para que todos os procedimentos protocolares de prevenção sejam seguidos até o final, com intuito de tranquilizar frequentadores do espaço, funcionários e estudantes”, informou.

    Procedimentos

    Segundo a gerente de Vigilância Epidemiológica, entre as medidas de prevenção está a visita dos agentes de endemia na Universidade, já que a febre amarela pode ser transmitida pelo mosquito aedes aegypti, que farão aplicação de inseticida e controle vetorial dos possíveis focos. “Ainda vamos entrar em contato com a instituição para saber como procederemos em relação as vacinações”, explica.

    Nos últimos dias, animais mortos também foram encontrados no Museu Mariano Procópio e no bairro Vitorino Braga. Michele informa que as visitas para o controle do foco do mosquito ainda estão sendo feitas no Museu. Para facilitar as vacinações dos moradores dos bairros vizinhos do local, desde segunda, 8, além do posto de vacinação montado no Dnar Rocha, outros três postos volantes estão funcionando no pátio do Bahamas Manoel Honório, do Bretas Santa Terezinha e na Igreja Quadrangular do Bairro Democrata (Rua Rafael Zacarias, 65). “No Vitorino, já realizamos as medidas de aplicação de inseticida e, a Unidade Básica de Saúde está fazendo a busca ativa daqueles que ainda não se vacinaram”.

    A gerente da Vigilância Sanitária lembra que os macacos não transmitem a doença, são hospedeiros assim como os seres humanos. “Mas, orientamos que todos fiquem atentos. Caso encontre algum animal morto, entre em contato com Setor de Zoonose pelo telefone 3690-7030”, orienta.

    Dados 2017

    Conforme a Secretaria de Saúde, de janeiro a julho do ano passado, foram encontrados 63 macacos mortos. Penas 40 foram enviados para análise. Destes, três tiveram confirmação de morte por febre amarela. De outubro a janeiro deste ano, foram 11 amostras enviadas para análise. Destas, 6 já deram resultado não reagente. 

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