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    Sexta-feira, 25 de outubro de 2019, atualizada às 09h03

    Segundo LIRAa mantém Juiz de Fora em alerta para cuidados com a dengue

    Da redação

    O segundo Levantamento Rápido de Índices de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa) de 2019, realizado pela Secretaria de Saúde (SS) entre os dias 14 e 18 deste mês, apontou índice de infestação de 1,3, considerado “estado de alerta” pelo Ministério da Saúde - classificação quando o resultado fica entre 1 e 3,9. Foram visitados 5.593 imóveis, em 224 bairros. O índice caiu 1,0 se compararmos com o de outubro de 2018, que registrou 2,3.

    Apesar do declínio, a Secretaria Municipal de Saúde destaca que o número de casos confirmados de dengue em Juiz de Fora este ano apontam para uma situação de vigilância: foram confirmados 6.519 casos na cidade e 13 óbitos. Os bairros onde foram encontrados os maiores números de focos positivos para o mosquito são Retiro (7), Esplanada (5), Bom Pastor (4), Alto Santa Rita, Nossa Senhora Aparecida, Vila Alpina e Tiguera (cada um com 3).

    Aproximadamente 98% dos focos continuam sendo encontrados dentro das residências e estabelecimentos comerciais. Durante as visitas, em uma única casa, foram encontrados seis focos de Aedes aegypti em diversos pratos de planta. Diante desse diagnóstico, o Secretário de Saúde, Márcio Itaboray, salienta que “a Secretaria de Saúde tem consciência sobre a situação da dengue e, por isso, trabalha durante todo o ano em ações de campo, de educação em saúde e de monitoramento, visando ao combate à doença. Entretanto, percebemos que o grande pilar nessa tarefa é o engajamento da população, que deve tirar um pequeno tempo da semana para vistoriar sua residência e eliminar qualquer reservatório de água parada”, reforça.

    De acordo com a gerente do Departamento de Vigilância Epidemiológica e Ambiental (Dvea), Cecília Kosmann, Juiz de Fora identificou, neste ano, assim como Minas de Gerais, a circulação do sorotipo dois da dengue, que é mais agressivo mesmo em uma primeira infecção. “Quando se trata da segundo contágio, a probabilidade de casos mais graves é ainda maior. A Vigilância Epidemiológica reforça que todas as pessoas que já tiveram dengue uma vez podem ter de novo, tendo em vista que existem quatro sorotipos da doença em circulação. Dessa forma, reforçamos o cuidado que a população deve ter nas ações de prevenção”, ressalta.

    Os principais depósitos de larvas encontrados durante o trabalho de campo foram vasos, frascos com água, pratos, pingadeiras, bebedouros e fontes ornamentais (36,2% dos focos); tanques, calhas, lajes, piscinas não tratadas (30,9%); barril, tina, tambor, poço (17%), lixo, sucatas em pátios, reciclado e entulhos (8,5%); pneus e outros materiais rodantes (5,3%).

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