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    Terça-feira, 3 de dezembro de 2019, atualizada às 17h26

    Hospital Universitário oferece atendimento gratuito para diagnóstico de câncer de pele

    Da redação

    No sábado, dia 7 de dezembro, será realizado campanha de conscientização e diagnóstico do câncer de pele, na unidade Dom Bosco, do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora (HU-UFJF/EBSERH). A iniciativa, que ocorrerá de 9h às 15h, vai esclarecer à população sobre a importância de conhecer os sinais da doença para diagnóstico e tratamento precoces, aumentando as chances de cura.

    A neoplasia é considerada um problema de saúde pública. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), 180 mil novos casos são diagnosticados anualmente no Brasil, ou seja, um a cada quatro. A médica dermatologista do HU-UFJF e coordenadora da campanha Dezembro Laranja em Juiz de Fora, Shirley Gamonal, informa que a campanha normalmente atende 200 a 300 pacientes, e que de 10 a 15% deles têm o diagnóstico de câncer de pele.

    Indagada sobre uma maior incidência de câncer de pele e sua gravidade nos últimos anos, a profissional afirma ver cada vez mais pacientes jovens, por volta de 30 anos, com câncer de pele. “Não sei se é aumento real ou uma melhor acurácia de diagnóstico com as pessoas mais conscientes. Temos visto o pessoal mais novo fazendo muito esporte ao ar livre e sem filtro solar”, preocupa-se.

    A ação faz parte da 21ª Campanha Nacional do Câncer da Pele da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

    Grupo de risco

    A preocupação dos médicos quanto à conscientização é porque o câncer de pele mata. Segundo Shirley, “o melanoma é um dos que matam, dá metástase cerebral, hepática e pulmonar. Às vezes o paciente vem com uma lesão e já tem várias outras, já está com metástase, e não tem que retirá-la, precisa fazer quimioterapia”.

    Dessa forma, é importante se cuidar, principalmente as pessoas que estão no grupo de risco: trabalhadores expostos ao sol, pessoas de pele e olhos claros, loiras e ruivas, aquelas que têm histórico familiar de câncer de pele, transplantados, porque usam imunossupressores e estão mais sujeitos ao câncer de pele. Estas devem procurar o dermatologista ao menos uma vez ao ano, reitera a médica.

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