Juiz de Fora registra mais sete mortes pela doença

da Redação - 14/04/2021

Juiz de Fora registrou mais sete mortes e 170 casos confirmados no boletim diário da Covid-19 desta quarta-feira, 14 de abril. Ao todo, a cidade chegou a 1.258 óbitos e 26.278 notificações positivas. 

Além disso, a cidade tem 533 pacientes internados pela doença e a taxa de ocupação de leitos  de UTI do SUS é de 89,11%.

Conforme a Secretaria de Saúde, os óbitos foram registrados de sábado até a terça-feira, sendo que as vítimas eram pessoas de 49 a 70 anos.

Óbito 1252 Masculino, 62 anos. Óbito em: 13/04/2021. Sem comorbidades
Óbito 1253 Feminino, 49 anos. Óbito em: 14/03/2021. Sem comorbidades
Óbito 1254 Masculino, 72 anos. Óbito em: 13/04/2021. Comorbidades: DM, Obesidade, HAS, TU intestino Óbito 1255 Masculino, 68 anos. Óbito em: 13/04/2021. Comorbidades: DCC, DM, HAS, Hipotireoidismo Óbito 1256 Masculino, 70 anos. Óbito em: 13/04/2021. Comorbidades: Outra pneumopatia crônica, DPOC, HAS, Aneurisma de aorta abdominal
Óbito 1257 Feminino, 70 anos. Óbito em: 13/04/2021. Comorbidades: DM, HAS
Óbito 1258 Feminino, 56 anos. Óbito em: 10/04/2021. Comorbidades: DCC, DM, Obesidade.

Boletim de leitos - 14/04/2021

Hospitalização Covid: 533
Ocupação UTI SUS: 89,11%
Ocupação UTI Privado: 96,95%
Ocupação UTI Geral: 91,75%
Leitos ocupados Uti (Covid): 233
Leitos ocupados enfermaria (Covid): 300
Ocupação UTI SUS (Covid): 95,57%
Ocupação enfermaria SUS (Covid): 78,79%

Enfermaria

UTI












Resultados do lockdown

Desde o dia 7 de abril, a média móvel de casos confirmados está em queda quando comparada há duas semanas. O valor apresentado no boletim desta terça, dia 13, apresentou redução de 43,63%.

Outro fator importante é a redução no número geral de hospitalizações, que inclui leitos de UTI e enfermaria Covid-SUS. Entre os dias 24 de março e 4 de abril, a cidade conviveu com o pior momento, tendo registrado um número elevado de hospitalizações, acima das 600 ocupações, chegando a bater o recorde de 652 hospitalizações no dia 2 de abril. O boletim desta terça-feira, 13, registrou 554 hospitalizações, sendo 233 em leitos de UTI (Covid- SUS) e 321 em leitos de enfermaria. Contudo, a taxa de ocupação dos leitos de UTI Covid-SUS de 96,20% ainda preocupa.

Desde janeiro de 2021, foram ampliados na cidade mais 58 leitos de UTI-Covid. Além disso, foram criados 30 leitos de enfermaria no Sistema Único de Saúde (SUS). Com a criação dos novos leitos de terapia intensiva, a cidade chega ao número de 158 leitos de UTI Covid-19 SUS no município, aumento de 58% nos três primeiros meses de gestão. A criação desses novos foi fundamental para evitar a desassistência nesse que é o pior momento da pandemia na cidade em todo o país.

A Secretária de Saúde, Ana Pimentel, destaca que o lockdown foi imprescindível para evitar a falta de assistência em leitos de UTI, uma vez que a ocupação de leitos de UTI chegou a 100% no dia 6 de março. "É importante a gente pensar o que teria sido se a gente não tivesse feito o lockdown, ele é a medida designada pela ciência, pelas instituições internacionais que orientam as medidas necessárias, ou seja, as medidas não farmacológicas para barrar a circulação viral. A gente começa a perceber que os efeitos estão chegando, obviamente a gente queria que a epidemia se resolvesse de um dia para o outro, mas não é assim”, comentou.

A taxa de ocupação de leitos atual é um reflexo da contaminação de 15 a 20 dias atrás. “Se a gente observar as taxas de agora a gente começa a perceber que é possível ter um cenário mais positivo daqui 10 a 15 dias. Obviamente a gente tem que acompanhar e esperar que esses indicadores se consolidem para que, de fato, a gente consiga diminuir a situação da ocupação de leitos nos próximos dias. A luta contra esse vírus é diária”, concluiu Ana Pimentel.

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