A teoria do não

Nome do Colunista Ana Stuart 1/07/2017

Se é que podemos juntos classificar o poder da palavra “não” como teoria, vamos tentar. Podemos entender que o cérebro recebe o comando das palavras e a palavra “não”, não é decodificada em seu sentido real.

Quando alguém nos diz: “Não pense naquela música”, fatalmente pensaremos e por um bom tempo.

“Não coma”
“Não vá”
“Não pode”
“Não queira”
“Não fume”
“Não deve”
“Não beba”

E por ai vai...

A palavra “não” funciona como um comando e quando não queremos que algo aconteça, teremos que sugerir de forma positiva e sempre dizendo o por quê.

Por exemplo, “é aconselhável que se coma isso ao invés daquilo...”, “Será bom que você evite fumar, devido...”

A estratégia do não é muito utilizada na propaganda e no marketing, como um comando estratégico, como uma propaganda que há tempos foi utilizada, com muito impacto:

De:  “Não corra”
“Não mate”
“Não morra”

Ficou: “Corra”
“Mate”
“Morra”

Podemos verificar que a retirada da palavra não funcionou com mais impacto do que quando foi utilizada.

No caso das dependências em geral, principalmente química e alcoólica, o uso da palavra não, funciona como um comando de uso, devido o processo citado acima.

Quando se trata de uma pessoa compulsiva, hiperativa e desafiadora, a palavra não se torna mais poderosa por se tratar de um desafio e por trazer à tona a adrenalina que os alimenta.

Portanto, devemos estar atentos quanto ao uso dessa poderosa palavra chamada NÃO!


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