Quarta-feira, 20 de maio de 2009, atualizada às 18h35

Paralisação dos profissionais da saúde da PJF atinge 90% das UBSs

Guilherme Arêas
Repórter

Com a paralisação das atividades dos médicos da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) nesta quarta-feira, dia 20 de maio, 90% das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) foram afetadas e não realizaram atendimento aos pacientes. A adesão foi bem maior do que a registrada na última paralisação, comandada pelo Sinserpu, quando 13 das 57 UBSs não funcionaram.

O atendimento de urgência e emergência foi normal durante todo o dia. Apesar de não aderir ao movimento, o Hospital de Pronto Socorro Dr. Mozart Geraldo Teixeira (HPS) sentiu os reflexos da paralisação. De acordo com funcionários do hospital, alguns pacientes que encontraram as UBSs dos bairros fechadas recorreram ao HPS.

Na Regional Norte, somente o ambulatório de pediatria foi prejudicado. Na Regional Leste, o atendimento seguiu sem problemas. No Departamento de Saúde da Criança e do Adolescente, 15 profissionais aderiram ao movimento. No Pam Marechal e no Pronto Atendimento Infantil (Pai), o atendimento foi normal.

A paralisação desta quarta teve também a adesão dos odontólogos da PJF. Na unidade Norte dos Centros de Especialização Odontológica (CEOs), o funcionamento foi normal. Na unidade Centro, quatro funcionários efetivos aderiram à paralisação. A unidade Oeste funcionou até as 9h, mas a interrupção no atendimento não teve relação com a campanha salarial.

Das 29 UBS que oferecem serviço odontológico, 11 unidades aderiram à paralisação pela manhã. Nesta quinta-feira, 21 de maio, os médicos e dentistas da Prefeitura continuam de braços cruzados.

Os textos são revisados por Madalena Fernandes

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