Há diversos meios pelos quais os falsos golpes de empréstimo são aplicados. Um exemplo é quando criminosos veiculam anúncios em redes sociais e portais, passando-se por empresas de crédito fácil e rápido, com ofertas exuberantes. Desta forma, a vítima entra em contato via WhatsApp ou chats, dentro de sites suspeitos.

Habitualmente, os infratores agem solicitando um pagamento “simbólico”, em relação ao valor total a ser tomado, para que o empréstimo seja liberado. Neste momento, o cidadão deve ficar atento para não cair no golpe. A superintendente do Procon/JF, Tainah Marrazzo, salienta que empresas de crédito jamais vão pedir pagamentos adiantados, para liberação de empréstimo. “Vários têm sido os relatos que chegam ao Procon/JF. Entretanto, nesses golpes não há relação de consumo, de modo que a Agência fica impedida de atuar. Assim, o cidadão é orientado a procurar a Polícia e o Judiciário, para tratar do problema da seara penal e civil”.

Nesses casos, quando o cidadão constatar que, tendo depositado a quantia a terceiros, não recebeu o empréstimo em conta, sendo vítima de golpe, deverá se munir de provas (capturas de telas de conversas, anúncios ou perfil do fraudador nas redes sociais, e-mails, chaves PIX, contas bancárias etc) e procurar as autoridades competentes com urgência, para maior êxito na solução da fraude.

De toda forma, por se tratar de prática criminosa, aconselha-se, também, ao cidadão, o registro de boletim de ocorrência, informando site, perfil de redes sociais e números de telefone usados pelos criminosos, junto ao órgão responsável.

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