Quinta-feira, 16 de junho de 2016, atualizada às 17h18

Lâmpadas incandescentes serão proibidas no Brasil a partir de 1º de julho

Da Redação

A partir do dia 1º de julho as lâmpadas incandescentes deixarão de ser comercializadas no Brasil, em conformidade com a última fase da legislação que restringe a produção, importação e comercialização desse tipo de produto.

De acordo com informações da assessoria da Cemig, desde 2013 o Ministério de Minas e Energia (MME) tem reduzido a presença desse equipamento no mercado brasileiro e agora a norma passa a abranger todas as potências, com o fim da comercialização das lâmpadas de até 40 watts. A regulamentação consta na Portaria Interministerial n° 1007/2010, do MME.

Essa medida segue o cronograma da portaria interministerial que fixou índices mínimos de eficiência luminosa para fabricação, importação e comercialização das lâmpadas incandescentes de uso geral em território brasileiro. Uma lâmpada fluorescente compacta economiza 75% em comparação à incandescente de luminosidade equivalente. Se a opção for por uma de LED, essa economia sobe para 85%.

Mais eficiência

As lâmpadas LEDs iluminam mais e consomem menos energia. Com apenas 6 a 8 watts de potência produz a mesma luminosidade que uma lâmpada incandescente de 40 W e sua vida útil é de, aproximadamente, 30 mil horas. Além disso, esses equipamentos não contêm mercúrio, não emitem calor nem raios ultravioleta.

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