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    Quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008 atualizada às 19h

    Operadoras e entidades do turismo querem se reunir para discutir problemas no Expominas de Juiz de Fora



    Sílvia Zoche
    Subeditora

    Programar e organizar um evento exige, entre outros fatores, dedicação, conhecimento e disciplina. Por isso, é importante pesquisar e encontrar o local ideal, que esteja de acordo com o objetivo de público que se quer atingir; saber o número estimado de pessoas, os recursos disponíveis e se o espaço está em conformidade com a legislação do município.

    Estas são algumas das muitas dicas que o presidente do Juiz de Fora e Região Convention & Visitors Bureau (JFRC&VB), Marco Antônio de Menezes comenta. "Por exemplo, se um espaço só tem carga de rede elétrica para iluminação, não dá, porque eventos não têm somente iluminação. Ele vai precisar se adaptar".

    Sinal de telefonia fixa e celular e internet, são primordiais para a comunicação. "Congressos, feiras são eventos de negócio. Ninguém vai para não comercializar. E o negócio depende de contato, de comunicação", diz Menezes.

    Em Juiz de Fora, os espaços catalogados pelo Convention Bureau até agora estão em conformidade com os pré-requisitos para realização de eventos. Mas o maior espaço para eventos de negócios, com 4.860 metros quadrados, continua com problemas de telefonia celular e internet.

    Segundo o presidente do JFRC&VB, Juiz de Fora possui uma lei de telefonia celular que é restritiva e que existe uma lei específica para a instalação de celular naquela área. "Só que as operadoras [de celular] querem uma lei mais abrangente, para toda a cidade", comenta, opinando que o Expominas se transformou em um "elemento de pressão" para que a lei municipal do celular mude.

    Imagem do mapa Por isso, existe a possibilidade de uma reunião ser agendada para a próxima semana para falar sobre o caso. "Ainda não foi confirmada, mas deve ser na Associação Comercial. Só que não é para discutir, porque já existe uma lei municipal". Se o caso da internet será um dos temas desta reunião, Menezes não sabe falar. "Só indo pra descobrir". Mas ele comenta que os problemas relacionados à internet foi a falta de cabeamento e distribuição no espaço, "porque existe fibra ótica", diz.

    Com vários eventos cancelados em 2007 por falta de infra-estrutura, como o Simpósio das Unimeds de Minas Gerais (XX Suemg), o Seminário Unicred Central MG (VIII Sucred), Menezes admite que o espaço caiu em descrédito no ano passado e que isso prejudica não só os organizadores de eventos, mas como o turismo de negócios em Juiz de Fora. O Congresso de Laticínios foi realizado, pela primeira vez, no local, em julho de 2007, e enfrentou problemas com a telefonia celular e a internet.

    Depois disso, o Convention se reuniu com todas as entidades ligadas a eventos na cidade, como o Sindicato dos Hotéis, Bares e Restaurantes, Associação Comercial e Associação de Agências de Viagens. "Mostramos que o problema não era só do Convention, mas de todos". Por isso, uma carta foi redigida à Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig). "Escrevemos sobre os transtornos e conseqüências que isto estava gerando para todos. Depois disso, a Codemig decidiu em agosto - ainda teve um evento nesse mês - que só iria aceitar eventos depois que os problemas fossem solucionados", conta Menezes.

    A expectativa do presidente do JFRC&VB é de que este ano tudo seja solucionado, porque já existem eventos agendados no Expominas. "Esse ano, tenho quase que certeza, vamos ter os nossos problemas saneados e vamos ter orgulho do Expominas Juiz de Fora".

    Inventário da oferta turístico

    Uma pesquisa está sendo realizada em Juiz de Fora, pelo Convention Bureau, para englobar todos os espaços, tanto abertos quanto fechados, capazes de receber eventos. A expectativa de Menezes é conseguir criar categorias para agrupá-los de acordo com o que ele pode absorver, a exemplo como os hotéis são classificados com estrelas.

    A revista lançada em julho de 2007, Show Case, foi distribuída pelo país e no exterior para que os organizadores e promotores de eventos conheçam os espaços já catalogados pelo Convention Bureau. Na revista, a pessoa sabe, por exemplo, o tamanho do local, seu endereço, o número de pessoas e confere as datas do calendário cultural da cidade. Para encontrar a revista, Menezes indica procurar na secretaria de turismo de sua cidade.

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