Quinta-feira, 18 de dezembro 2008, atualizada às 16h18

Fotografias do Mapro passam por ação de conservação preventiva

Guilherme Arêas
Repórter
Madalena Fernandes
Revisão

O acervo fotográfico do Museu Mariano Procópio (Mapro), composto por cerca de 18 mil fotografias, recebe o tratamento de conservação preventiva para evitar prejuízo aos arquivos. As peças mais raras passam por processo de higienização e pequenas ações de restauração. As fotografias são também entrefolhadas com material de pH neutro para garantir a integridade das peças.

De acordo com a chefe do Departamento de Acervo Técnico (DAT) do museu, Maria Salete Figueira, o projeto faz parte de uma ação preventiva para que a deterioração do acervo não cause a necessidade de restaurações mais complexas nos materiais. Todo o trabalho é coordenado pelo DAT e segue as orientações dos cadernos técnicos do Centro de Conservação e Preservação Fotográfica da Fundação Nacional de Artes (Funarte).

Fazem parte do acervo as coleções da Família Imperial, da família Ferreira Lage, da Carriço Film, fotos históricas de Juiz de Fora e doações da família de Pantaleoni Arcuri. Materiais de fotógrafos importantes como o da Família Imperial, Insley Pacheco, também compõem o arquivo.

Como o prédio do museu passa por obras de restauração, os pedidos de pesquisa estão, temporariamente, suspensos. Mas as solicitações podem ser feitas através do e-mail maprojornalismo@pjf.mg.gov.br.

Foto do trabalho de restauração Foto do trabalho de restauração

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