Eduarda Guerra Eduarda Guerra 15/10/2014

Usando a língua de diversas maneiras

conversaCalma leitor, não é nada disso que você está pensando... Antes de você deduzir que este texto pertence a outro assunto que não seja o de turismo, gostaria de matar sua curiosidade explicando que a língua citada no título é a língua inglesa (rsrsrs).

Quando vamos para outro país e não dominamos outra língua, devemos nos esforçar para aprendê-la. No período em que morei nos EUA, meu objetivo era aprender a língua inglesa e a primeira coisa que eu fiz quando cheguei foi comprar um bom dicionário e um livro de anotações.

Eu estudava diariamente a gramática inglesa e tinha o desafio de aprender cinco palavras novas e produzir um texto com todas elas. Depois de estudar eu colocava em prática o que eu estudava da seguinte maneira: ia às ruas para passear e conversar com as pessoas ao meu redor. Como jornalista, nunca fui envergonhada, então, aproveitava dessa característica para puxar assunto com pessoas em lojas, cafés, livrarias e até mesmo passeando em parques. Dessa maneira fiz grandes amizades e aprendi muito de outras culturas.

Meu círculo de amizades era bem diversificado, o que foi muito bom para o enriquecimento do meu vocabulário, pois eu convivia com jovens da high school, fiz amizade com uma americana da mesma idade que a minha (hoje é uma das minhas melhores amigas) e tinha um ciclo de amizade composto por pessoas com aproximadamente trinta anos a mais do que eu.

A dica desta semana é como aprender inglês se divertindo. Qualquer atividade é importante para o aprendizado da nova língua: conversar com as atendentes das lojas, fazer pedidos em restaurantes, ir às bibliotecas, participar de grupos de leitura e a melhor maneira: frequentar festas e conversar bastante com as pessoas ao seu redor. Quanto mais você praticar a língua, melhor ficará seu inglês e isso também inclui aqueles namoros de verão. Por que não?

Fiz da minha viagem uma sala de aula ao ar livre. Aprendi uma segunda língua, fiz novas amizades (mantenho contato até hoje), além de abrir a mente e aceitar as diferenças da outra cultura.
Essas foram algumas das experiências que tive na terra do Tio Sam. Isso não quer dizer que nos separamos por aqui. Na próxima edição você terá novas dicas de outros locais que estive. Quem sabe o meu destino não passam a ser o seu? Até breve.


Eduarda Guerra é jornalista, amante da natureza e apreciadora de bons vinhos, livros e esportes ao ar livre. Com sua mochila inseparável, adora conhecer novos lugares e pessoas de culturas diferentes.

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