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    Particulares oferecem cursos de férias Com uma duração menor e com preços acessíveis, surgem
    várias opções para o aprendizado e a reciclagem

    Sílvia Zoche
    Repórter
    19/01/2007

    Verão e férias parecem sinônimos de pé na estrada em direção à praia, cabelos ao vento e mente livre da rotina diária. Mas não é só isso! Em Juiz de Fora, mês de férias também é um momento muito propício para quem quer estudar, aprender e reciclar em um curto período de tempo. É uma boa forma de relaxar, ganhando conhecimentos.

    Três das onze instituições de ensino superior particular, da cidade, estão oferecendo no mês de janeiro, cursos de extensão que acontecem em poucos dias, com temas de interesse da comunidade, inclusive emitindo certificados. A Universidade Federal de Juiz de Fora, úncia universidade pública de Juiz de Fora, não possui os chamados cursos de férias, como são conhecidos. Mesmo porque, por causa da greve, o mês de janeiro é sinônimo de aulas normais na instituição.

    Variedades
    Este ano, entre as inúmeras opções oferecidas, as oportunidades são referentes a temas como decoração, direito, comunicação, turismo, matemática, gestão entre outros. A diretora de extensão comunitária do CES/JF, Ana Elisa Gomes Delage, diz que não há lucro financeiro com estes cursos e que o objetivo principal é aproximar a população, em geral, do espaço universitário.

    Os cursos de informática, comunicação, moda e de atividades culturais foram os mais solicitados entre alunos da instituição e entre as pessoas das comunidades onde são feitos projetos sociais, de acordo com Ana Elisa.

    Esta é a primeira experiência com uma quantidade maior de cursos oferecidos. São 45 modalidades com professores escolhidos em uma seleção que aconteceu dois meses antes. "Uma equipe experiente buscou professores que têm didática e que são bem práticos para ensinar como fazer, porque são cursos de menor duração", ressalta.

    Não existe um número mínimo e um número máximo de alunos em sala de aula. A intenção é proporcionar capacitação para quem sentir necessidade. "Quem realmente ganha é a comunidade, estudando com acesso a mídia, laboratórios, estrutura e a bons profissionais", diz. Para facilitar o acesso, as aulas são ministradas no centro da cidade ( Rua Halfeld, 1179).

    Experiências para professores
    Estes cursos de férias também são uma oportunidade para pessoas que desejam ministrar aulas e mostrar sua experiência como docente ou ter a primeira chance como professor. A coordenadora geral de pós-graduação, pesquisa e extensão da Estácio de Sá/JF, Maria Cristina Drumond e Castro, conta que, além dos professores da faculdade, outros professores e profissionais do mercado podem ser selecionados para entrar na sala de aula.

    "Meses antes de lançarmos os cursos, abrimos seleção no site para os pessoas que querem dar aula. Elas enviam seus projetos e avaliamos", explica.

    Os alunos da faculdade, aqueles que estão próximos de se formar, também podem participar do processo seletivo na Estácio, que serve como um incentivo. "Geralmente, dois meses antes escolhemos os alunos através de sua oratória, didática e projeto enviado", comenta Maria Cristina.

    Para a coordenadora, o curso de extensão de carga horária menor é uma ótima chance de profissionais se atualizarem e até como titulação para aqueles que possuem prática, mas não têm um certificado.

    Experiências para o primeiro emprego
    Nos mesmos moldes, há o curso para aqueles que desejam conquistar o primeiro emprego. "São cursos para jovens que ainda não entraram no mercado de trabalho. Mas eles acontecem entre os intervalos dos cursos de férias", diz Maria Cristina. No total, são 90 cursos oferecidos na instituição, em janeiro.

    Já os cursos de verão da Faculdade Machado Sobrinho são em menor número. A escolha por oferecer quatro modalidades é para o sucesso dos cursos e para a própria satisfação dos alunos, segundo o coordenador do Centro de Pesquisa e Extensão, Cid de Oliva Botelho Júnior. Os enfoques são para a área de gestão. Outro detalhe é que procurar não repetir em semestres seguidos os cursos com maior demanda. "Para possibilitar aos alunos cursos novos".

    A faculdade divide o ano em quatro módulos para oferecer as extensões de curta duração. "Em janeiro é a primeira vez e há indícios de que este tenha sido o melhor. Não sabemos ainda se há melhor disponibilidade dos alunos ou se nossos cursos se tornaram mais conhecidos", diz Botelho.

    A duração total de cada um dos cursos, agora em janeiro, oferecidos pelas instituições variam entre 20 e 40 horas, com preços entre R$ 20 e R$ 40, dependendo da instituição.

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