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    Professores da UFJF e greve Presidente do sindicato dos professores afirma que não há nada definido

    Renato Costa
    Colaboração*
    30/01/2007

    Embora os servidores da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) já sinalizem a possibilidade de paralisar suas atividades em 2007, os professores não tem nenhuma posição definida com relação ao assunto.

    De acordo com o presidente da Associação dos Professores da UFJF (Apes/JF), Marcos Freitas, não há discussão nesse sentido. "Qualquer indicativo de greve só acontece depois do Congresso Nacional da Andes (Sindicato Nacional dos Docentes de Ensino Superior). Mesmo assim, só acontece a greve propriamente dita quando todas as possibilidades de negociação com o governo chegam ao fim", explica.

    Segundo Marcos, assuntos como perdas salariais, equiparação dos salários entre docentes ativos e aposentados e as reformas universitária e da Previdência serão pauta no Congresso, que acontece de 27 de fevereiro (terça) a 04 de março (domingo), em Campina Grande (PB). "Não é da nossa vontade fazer greve. Ela é um recurso que pode ser utilizado, mas só chegamos a esse ponto quando o governo assume uma posição contrária aos professores, ou não cumpre o que foi acordado", explica.

    Renato Costa é estudante do 10º período de jornalismo da UFJF

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