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    Artigo
    Por que alimentação natural?

    ::: 01/08/2007

    O pilar da medicina natural: se o alimento é puro, a mente também será pura; se a mente é pura, o espírito será também.
    (Antiga máxima da sabedoria hindu)

    Armando Falconi 
Filho Tudo o que usamos na alimentação passa a fazer parte do nosso organismo - dos ossos, do sangue, dos tecidos, da essência mais sutil de nosso metabolismo bioquímico. O alimento tem ação direta sobre nosso humor, temperamento, nossos impulsos e pensamentos.

    E, por esse motivo, devemos ocupar-nos com os alimentos que ingerimos diariamente: eles determinam a qualidade de nossa vida como um todo e de nossa saúde em particular. Existem diversos sistemas de alimentação e cada um deles exerce um tipo de influência sobre o organismo. Neste trabalho, apontaremos os mais comum adotados por aqueles que buscam ter um modo de vida mais natural.

    Opção por uma dieta saudável

    Apesar do crescente interesse, em todo o mundo, por uma alimentação equilibrada, saudável, muitas pessoas ainda se sentem confusas em relação ao assunto: quais alimentos devem fazer parte dessa dieta?

    Na verdade, a questão é, simplesmente, de se preferirem os alimentos integrais produzidos de modo natural, aos quais nada foi acrescentado (sob a forma de aditivos) e dos quais nada foi retirado (como acontece com os produtos "refinados"). Fazem parte desses alimentos os cereais integrais, os frutos secos (nozes, amêndoas, amendoim etc.) e sementes (de gergelim, abóbora etc.), as frutas e hortaliças frescas e, ainda, a carne e os laticínios provenientes de animais criados do modo mais natural possível. Os alimentos naturais e integrais também incluem produtos derivados que não contêm aditivos, como o pão integral, por exemplo.

    Use o mais natural possível

    Produtos naturais 
em uma estante de um restaurante Idealmente, os alimentos naturais devem ser aqueles cultivados ou criados de forma orgânica, isto é, livres de fertilizantes químicos, antibióticos, hormônios ou outras drogas usadas comumente na indústria de produção de alimentos. Essa condição, fundamental para a qualidade e pureza dos alimentos, é uma preocupação sempre presente na medicina natural, voltada basicamente para a alimentação orgânica.

    Em outros países, e nos Estados Unidos em particular, a opinião pública tem- se, cada vez mais, mobilizado a esse respeito. Nos últimos anos tem crescido bastante a quantidade de lojas e entrepostos na América e na Europa e já se podem encontrar tais produtos em supermercados comuns, sob a fiscalização de órgãos do governo. Também, graças ao desenvolvimento da agricultura biológica ou natural, que evita a aplicação de adubos sintéticos e de defensivos agrícolas no combate de pragas, cresceu, obviamente, a produção de alimentos orgânicos.

    Self-service de 
um restaurante de comida natural No Brasil, onde essa consciência ainda é incipiente, é quase impossível a prática de uma alimentação totalmente orgânica. Com o movimento iniciado pela macrobiótica há algumas décadas e, posteriormente, com a criação de comunidades rurais houve o despertar, tímido ainda, para a questão dos aditivos e agrotóxicos e para o perigos dos mesmos à saúde (mesmo em doses ditas "aceitáveis", determinadas pelo próprio fabricante).

    Atualmente vem-se alargando o mercado consumidor preocupado com o assunto e vários produtos já são encontrados nos comércios especializados - os entrepostos e restaurantes naturais.

    Os diversos sistemas de alimentação

    Da profunda proibição aos produtos animais e seus derivados às dietas de alimentos crus ou apenas de frutas, um rápido painel dos exemplos de vegetarianismo.

    No Oriente, a medicina natural desenvolveu ao longo do tempo uma forte tendência vegetariana, por considerar que os alimentos vegetais, selecionados de acordo com critérios filosóficos e segundo seus feitos medicinais, são os mais adequados para a nutrição do homem, enquanto o consumo de carde e produtos industrializados pode trazer os mais diversos problemas para a saúde.

    Dentro do sistema vegetarianista, existem modalidades mais ou menos radicais, como veremos a seguir.

    Vegetarianismo exclusivo:

    Considerada a mais autêntica, não admite o consumo de nenhum produto de origem animal, nem mesmo os ovos e o leite e seus derivados. Pode, contudo, ser de dois tipos: o vegetarianismo exclusivo comum, que aceita os alimentos industrializados e o orgânico/integral, que utiliza apenas os cereais integrais e, na medida do possível, busca os alimentos naturais, livre de produtos químicos, como aditivos sintéticos ou agrotóxicos.

    Ovo-lacto-vegetarianismo:
    Produtos naturais

    É a modalidade mais liberal, que admite o consumo de alimentos de origem animal com exceção da carne. São admitidos todos os ovos, lacticínio e, obviamente, todas as verduras as raízes, as leguminosas, os tubérculos e os cereais. Os alimentos vegetais industrializados, o açúcar branco, as farinhas brancas não integrais, o sal refinado e outros podem ser usados normalmente.

    Crudivorismo:

    Os adeptos desta dieta consomem apenas alimentos absolutamente crus, pois acreditarem ser o verdadeiro alimento aquele que se apresenta conforme a natureza o oferece. Desta forma, consomem principalmente frutas, verduras, brotos de leguminosas, algumas raízes, tubérculos e cereais que podem ser comidos crus, como o trigo integral e a aveia. Alguns crudivoristas aceitam o uso do leite e seus derivados, mas não os ovos e os subprodutos animais. [ Frugivorismo: Esta modalidade é adotada pelos vegetarianistas mais radicais, que se alimentam apenas de frutas. Eles se baseiam no princípio de que as frutas são uma dádiva da natureza e constituem o mais perfeito tipo de alimentos para o homem. Criticam o vegetarianismo comum alegando que mesmo o consumo de verduras, raízes e legumes exige a morte de uma planta, o que não acontece quando se colhe uma fruta. Alguns admitem o cozimento eventual de certas frutas, mas de modo geral são crudivoristas também.

    Cerealismo:

    Sucos naturais Este tipo de vegetarianismo é considerado o mais perfeito em termos filosóficos. Parte de um conceito próximo ao dos frugivoristas, porém considera os cereais integrais pequenos frutos energéticos e mais concentrados que as frutas e, portanto, mais nutritivos.

    Neste caso, o fogo (ou o cozimento) e o sal são vistos como recursos do homem, portador de inteligência, que se elevou da condição de hominídeo da floresta e foi capaz de transformar os alimentos, tornado-os mais digestivos, mais assimiláveis e adaptados ao organismo humano em franco aperfeiçoamento.

    O consumo exclusivo de cereais é muito raro;o que ocorre, em geral, é o fato de os cereais serem consumidos em maior quantidade que os demais alimentos, como no caso da macrobiótica, sistema de alimentação apresentado em detalhe nesse artigo.

    Self-service Você que acompanha nossos artigos mensais, leu as explicações apresentadas acima, poderá de maneira consciente, sem radicalismo, experimentar os benefícios de uma ou mais destas sugestões. Colocar em prática as recomendações será de grande utilidade em sua saúde, assim como em sua qualidade de vida. Mãos a obra, faça acontecer!

    Com sinceros votos de muita paz a tudo e a todos, ficamos à disposição para responder e esclarecer pontos relacionados a esse tema. Aguardamos seu e-mail.

    Encerramos com saudações holísticas!


    Armando Falconi Filho
    é terapeuta holístico, consultor e advogado
    Saiba mais clicando aqui.

    Sobre quais temas (da área de terapia holística) você quer ler nesta seção? O terapeuta Armando Falconi aguarda suas sugestões no e-mail viver_serholistico@acessa.com

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