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    Vida de cão? Que nada... Anote dicas de pet shops da cidade para você encher seu bichinho de carinho

    Fernanda Leonel
    Repórter
    02/08/2006

    O nome quer dizer loja para animais de estimação, mais os pet shops não se limitam a isso. Mais que vender ração, roupinhas e uma gama de produtos que invadiu o mercado especializado em artigos para os "amigos domésticos", as lojas do ramo da cidade cada vez mais têm investido em serviços complementares para o seu público alvo.

    O motivo dessa mudança? A velha lógica do aumento da procura. De acordo com a proprietária de um pet shop na cidade, Elisângela Magalhães da Silva (foto ao lado), nos últimos cinco anos o mercado deu um salto. "As pessoas têm ficado mais conscientes com relação aos cuidados necessários com os animais de estimação", afirma.

    Para a dona do pet shop, que tem oito cachorro em casa, é imprescindível que a idéia da adoção seja seguida à risca. Elisabeth defende que ninguém é obrigado a ter um bichinho, mas que se assim escolheu, deve tratá-lo com respeito e carinho.

    Ela exemplifica com a questão do banho. Para a empresária, banho é uma necessidade dos animais, e muita gente sem tempo, deixa pra lá e também não leva a um pet porque acha que é luxo. "Não pode. O pêlo embola e o cachorrinho, por exemplo, pode ter dermatite por isso", complementa.

    Entre os cuidados destacados por veterinários e que são encontrados em pet shops estão as vacinações, o banho, a tosa, a escova e os remédios para verme. Fora isso, o proprietário pode entrar na loja e decidir se vai fazer um "agrado" para seu amigo.

    Em pet shops é possível encontrar artigos que vão desde a camas e sofás para o descanso dos cachorros e gatos, até roupinhas, chocolates, petiscos de vários sabores, lacinhos, sapatinhos. Há quem concorde e quem discorde desses "apetrechos" (Leia a matéria!), mas eles são campeões de venda.

    Os grandes frequentadores dos pets ainda são os cachorros. Segundo Elisabeth, eles representam aproximadamente 80% dos seus clientes. O restante fica com os gatos, segundo bicho que mais recebe o auxílio dos pet shops. Uma curiosidade: a empresária destaca que os hamsters estão se transformando em clientes em potencial. "As procuras por consultas veterinárias para hamsters estão aumentando consideravelmente".

    A dica dos profissionais é escolher bem o pet shop que se vai levar o bichinho de estimação para não ficar fazendo "experiências de serviços" com o animal depois. A fidelidade do local, faz com o que cachorro ou gato se sinta mais à vontade e não estranhe o local. Por outro lado, deixa também que os profissionais conheçam as características daquele animal, e já saibam lidar melhor com ele.

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