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    Juiz de Fora está na onda da música eletrônica A cidade é uma das poucas do país que segue as tendências mais "quentes" da música eletrônica que ganhou destaque no país nos últimos dois anos



    Marinella Souza
    *Colaboração
    22/09/2008

    O que para muitos é considerado uma barulheira sem sentido e sem graça, para outros é quase uma religião. Valendo-se dessa diversidade de gostos e estilos, a música eletrônica vai sobrevivendo e ganhando cada vez mais espaço no cenário musical. Essa música depende mais da habilidade e da criatividade do DJ do que da inspiração. O som é criado ou modificado através do uso de equipamentos eletrônicos.

    Sintetizadores, computadores e softwares de composição entram em cena no lugar de violões, pianos, saxofones e outros instrumentos musicais para criar um som diferente e extremamente dançante. Para seus os amantes, mais do que um som bacana, ela é um "estilo de vida", como resume a estudante de Direito Letícia Magalhães (foto abaixo).

    A moça adora uma balada e acha que o som eletrônico traz descontração e alegria. "É um estilo que eu gosto, que me alegra", diz. Para Letícia, a música eletrônica está ligada a uma atmosfera descontraída, despojada e alegre, antes de qualquer coisa.

    Alex Fernandes (foto abaixo), DJ desde os 13 anos, concorda com Letícia e vê a música eletrônica como uma tendência que só tem a crescer e avisa que Juiz de Fora é uma das poucas cidades do país que segue as tendências européias.

    Foto do DJ Alex Fernandes discotecando Foto de galera dançando Foto de Letícia Magalhães

    "Juiz de Fora tem uma cultura eletrônica muito boa, mas isso é algo que vem sido trabalhado ao longo do tempo. Prova disso são os festivais de música eletrônica da cidade". Alex acredita que a música eletrônica vem crescendo muito no Brasil de uns dois anos para cá.

    "O Brasil, por ser um país latino, demorou para se render ao estilo, mas hoje tem muita gente que gosta". E tem mesmo. A casa noturna onde o DJ carioca se apresentou na cidade estava lotada. Mas engana-se quem pensa que o som eletrônico é exclusivo das baladas e festas rave.

    Letícia diz que ouve música eletrônica até mesmo em casa, para relaxar. "Escuto música eletrônica todos os dias, se deixar, o dia todo. Gosto de escutar para relaxar, para descontrair e curtir um momento bacana", diz.

    Segundo o DJ Alex, o que está no topo das paradas no momento são os sons chamados Tech House, Prog e Electro. Essas músicas permitem mixagens bacanas e têm um toque dançante que agitam as pistas da cidade. Aliadas a uma casa lotada e um bom sistema de som, garantem a boa apresentação do DJ e a diversão do público.

    Foto
das mãos do DJ Alex Fernandes manuseando o aparelho
    Top 5 do DJ Alex Fernandes:
    • 1. Aurum Beats - Peak Of Ecstasy
    • 2. Dousk - Blender (Original Mix)
    • 3. Felguk - Buzz Me
    • 4. The Shapeshifters - Lola's Theme (Re - Edit 2008)
    • 5. Spencer & Hill Project - Housebeat

    *Marinella Souza é estudante de Comunicação Social na UFJF

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