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    Domingo à tarde também é dia de balada Baladeiros de Juiz de Fora ganham mais uma opção
    para se divertir nos finais de semana


    Guilherme Arêas
    Repórter
    Madalena Fernandes
    Revisão
    19/01/2009

    Lá fora o sol revela que a típica tarde do domingo ainda não foi embora. Mas lá dentro o agito não esconde que a balada está em pleno vapor. É cada vez mais comum em Juiz de Fora as festas de domingo à tarde, dia com características bem particulares, retratadas em filmes, músicas e até mesmo pelo poeta Carlos Drummond de Andrade em "Poema que aconteceu".

    Mas quem frequenta as baladas de domingo à tarde não quer nem ouvir falar em monotonia ou falta de opções para se divertir. Eles garantem que as festas são uma chance de dar uma esticada no final de semana, antes de começar os estudos ou o trabalho na segunda-feira.

    As amigas Karina Marques dos Santos (foto abaixo, à esquerda) e Karoline Gianola Abreu (foto abaixo, à direita) já foram a algumas festas desse tipo. Elas concordam que as baladas de domingo vieram para ficar, mas fazem uma observação: as festas poderiam começar ainda mais cedo. "Mesmo as festas começando à tarde, muitas pessoas deixam para chegar quando já está noite. Acho que se fosse feito algum tipo de promoção para quem chegasse antes, poderia incentivar o pessoal a chegar mais cedo", sugere Karina.

    Foto de Karina e Karoline As estudantes não escondem que ir para a balada em pleno domingo pode atrapalhar aquela segunda-feira difícil para muita gente. Mas o que vale mesmo é poder aproveitar ao máximo todos os dias do fim de semana. "Não tem como trocar o sábado. Ele sempre vai ser um dia bom para sair. Mas o domingo é mais uma opção", completa Karina.

    O universitário Guilherme Ribeiro Morisson é estreante nas festas de domingo à tarde e revela que gostou da ideia de preencher o tempo desse dia ao lado dos amigos. "O domingo à tarde é um horário que não tem nada para fazer, ainda mais na época de férias, quando não tem jogo do campeonato brasileiro na televisão", diz.

    Quem organiza também acredita que as baladas dominicais vieram para fazer companhia à sexta e ao sábado como dias para os jovens curtirem o final de semana. O organizador de uma dessas festas (veja a cobertura fotográfica), Rodrigo Amaral, explica que a idéia de realizar um evento nesses moldes veio suprir a falta de opções dos juizforanos. "Juiz de Fora estava carente nos domingos à tarde. As pessoas não tinham muito o que fazer."

    Arte O sucesso da sexta edição da festa comprova que os baladeiros de plantão estão dispostos a encarar mais um dia de agito no final de semana. "A receptividade das pessoas foi muito boa. Acho que esse tipo de festa veio para ficar", completa Rodrigo.

    Sem a intenção de destronar o sábado como dia ideal para a balada, o domingo surge como a salvação para os que acreditam que este dia não pode ser perdido assistindo aos programas da TV.

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