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    Cíntia Falabella A atriz mineira volta aos palcos de Juiz de Fora
    com a peça "O Tempo e os Conways"

    Numa família que transborda cultura e paixão por artes, Cíntia Falabella veio para mostrar que também não fugiu à regra. Filha de uma cantora lírica e um ator que também é diretor de teatro e publicitário, a atriz desembarca em Juiz de Fora na próxima quarta, 19 de abril, para apresentar a peça O Tempo e os Conways.

    O espetáculo faz parte do projeto "Trilhas da Cultura" e está sendo exibido, em Juiz de Fora, pela primeira vez. A estréia aconteceu em junho do ano passado, na cidade natal de Cíntia, Belo Horizonte, e desde então tem percorrido diversas cidades do estado.

    O Tempo e os Conways é uma adaptação inglesa que conta a história de uma família cheia de sonhos da década de 20. Um casal e seus seis filhos vivem situações e sonhos encarados também no segundo ato, como em um futuro 20 anos à frente dos primeiros momentos da história. Nessa mistura de sobreposição de tempo e análise de resultados, muita confusão está prometida.

    Na peça, Cíntia encarna Haizel, a filha mais vaidosa, cobiçada e paparicada do casal inglês. Ela diz que está gostando muito do papel e da peça e que espera que o público goste também. Juizforanos que aliás, estão na memória da atriz. Falabella, que já veio se apresentar na cidade duas vezes com "171" e outra peça que não se lembra o nome, diz que a expectativa para o espetáculo está grande já que as impressões que ela sempre teve da cidade são as melhores possíveis.

    Cíntia não conhece o trabalho de nenhum ator ou companhia de teatro de Juiz de Fora, mas afirma que teve grande contato com uma bailarina da cidade chamada Daniela (o sobrenome lhe fugiu à mente). Essa amiga dividiu com ela por muitos anos os palcos... mas os palcos de dança.

    Se a história ficou confusa, não se desespere! A verdade é que Cíntia só se transformou em uma grande atriz depois que brilhou pelos palcos do Brasil inteiro como bailarina profissional. Ela estudou dança no Palácio das Artes em Belo Horizonte, se diplomou e seguiu para uma espécie de "curso profissionalizante" na área, como ela mesmo explica. Foi nesse curso, onde ela tinha uma disciplina de teatro, que um diretor percebeu o talento da moça. "Ele colocou na minha cabeça que eu tinha que ser atriz. Fiquei com aquilo na cabeça. Ainda bem, porque hoje gosto muito do que faço", declarou.

    Na verdade, se a gente ouvir a história de Cíntia, soltamos o jargão que "o que é do homem o bicho não come". Ou seja, ela tinha mesmo que ser atriz, mesmo nos primeiros anos da vida dela a profissão do pai ficou de lado nas suas ocupações. Cíntia conta que quando era pequena, pisava mais nos palcos onde a mãe se apresentava cantando ópera do que no nos palcos do pai.

    "Meu primeiro contato com o palco, realmente não se deu no palco do teatro. Paradoxalmente. Eu fazia figuração nas apresentações de música da minha mãe. Precisavam de uma criança e eu estava lá. Participava e achava o máximo".

    Depois ela se envolveu definitivamente com a dança. E o segundo tipo de palco que ela se apresentou mais uma vez não foi o da dramatização, e sim do ritmo e da performance.

    Teatro e televisão

    O tempo colaborou com Cíntia Falabella. Se ela só foi descobrir a vocação para o teatro e televisão aos 18 anos, rapidamente ela entrou para esse mundo com força total. "A primeira peça que fiz já foi com elenco profissional. Comecei com o pé direito", brinca. Cíntia substituiu uma atriz que não pôde encenar o espetáculo.

    Depois de algumas peças e muitos sucessos, foi a vez de, na televisão, ela também ter que substituir uma atriz e ganhar força no trabalho com isso. A diferença é que dessa vez, Cíntia substituiu a irmã Débora Falabella, que fazia a personagem Mel da novela global "O Clone".

    Débora teve meningite e o médico aconselhou que ela ficasse de repouso. Com a gravação da novela em ebulição, em uma semana de muito destaque para a personagem que sofria de problemas com drogas, as cenas não podiam parar de serem rodadas. E foi aí que a genética entrou a serviço da ficção: um corte de cabelo aqui, uma maquiagem daqui, e Cíntia gravou na novela das oito no lugar da irmã.

    Foi a partir da participação no Clone que Glória Perez conheceu o trabalho da atriz e a convidou para fazer parte do cast de América, penúltima novela exibida no horário nobre. "A Cidinha, amiga da Sol, foi um presente. Entrei para fazer aproximadamente três capítulos e a personagem ganhou vida própria. Acabei ficando até o fim da novela", explica.

    Outro destaque dado pela atriz pela participação na novela, está relacionado ao fato de a personagem Cidinha representar uma menina de Governador Valadares que resolveu lutar por uma vida melhor nos Estados Unidos. Cíntia destaca que essa é uma grande história de Minas Gerais, que ela, como uma boa mineirinha, teve o prazer de representar.

    Atualmente a atriz está gravando o filme Cinco Frações, uma quase história, com estréia ainda não prevista no cinema nacional. E novos papéis na TV ainda não estão previstos, já que ela está em um momento de extrema dedicação ao teatro.

    Teatro ou TV? Eis a questão...Pergunta que não poderia faltar para quem já provou o gostinho das duas expressões de arte. Na resposta, a menina que chega aos palcos Juiz de Fora na quarta-feira é enfática: "Gosto muito dos dois. A diferença está no fato que de em TV, você vê o resultado depois e não na hora como no teatro. Os palcos exigem mais, são um tipo de preparação completa. Mas o que importa é que atuar sempre me dá muito prazer".

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