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    Rappa e CPM 22 No 2º dia de Festa Country, o frio continuou, e o calor humano também: quase 20 mil pessoas cantaram ao som das bandas CPM 22 e Rappa

    "A gente não imaginava ter tanta gente aqui hoje, ainda mais com esse frio todo". Foi assim que o vocalista da banda paulista CPM 22 Fernando Stéfano - ou simplesmente Badauí, como é conhecido - definiu a sensação de estar no palco do Parque de Exposições às 3h10 da madrugada de sexta para sábado, numa temperatura de aproximados 6ºC, se apresentando na nona edição da Festa Country a um público de quase 20 mil pessoas.

    No repertório, sucessos que vem tornando a banda de jovens talentos uma consolidação do cenário musical brasileiro, com a mistura de ritmos que vão do rock hardcore ao estilo chamado "emo", caracterizado pelas letras melancólicas sobre amor e desilusões.

    Na estrada desde 1995, somente a partir de 2000 que o CPM 22 começou a tocar profissionalmente. Logo chamaram atenção com "Dias Atrás". Recentemente, lançaram o disco "Felicidade Instantânea", cujo hit vem sendo "Um Minuto para o Fim do Mundo". Há duas semanas, a banda gravou um DVD, a ser lançado em julho.

    "Serão 21 músicas, sendo quatro delas da nossa fase ainda independente e um apanhado geral do que temos tocado nesses anos", conta Badauí (à direita na foto, ao lado do baterista Japinha), na tradicionalmente apressada entrevista de camarim antes de subir ao palco.

    Badauí e Japinha Ele se mostrou feliz de saber que o público de Juiz de Fora ajudou a escolher o grupo como participante da programação da Festa Country, segundo pesquisas realizadas pela produção. "Isso deve ser porque JF tem muitos jovens, que é o nosso público. É a molecada, a galera de 15 a 25 anos, muita gente do skate".

    E de onde vem, afinal, o nome CPM 22? "É o nosso endereço de correspondência: Caixa Postal 1022", revela Badauí, contando receber milhares de cartas de fãs do país todo. Nada muito fora do comum para um grupo de sucesso que estampa no próprio nome como entrar em contato com ele.

    Mas antes da animação mais roqueira dos garotos da caixa postal, o Rappa abriu a noite de shows com sua conhecida e consagrada série de músicas sociais e engajadas. A produção do grupo não autorizou acesso da imprensa nem de fãs aos integrantes da banda - houve dificuldades até mesmo para a transmissão ao vivo do show por uma rede local de televisão.

    Multidão durante shows Obviamente que esses desencontros de bastidor pouco importaram para o público. Desde horas antes da apresentação, alguns fanáticos já se posicionavam embaixo do palco.

    À 0h20, o vocalista Falcão apareceu, e logo nas primeiras batidas foi ovacionado pela imensa platéia - não sem antes soltar em alto e bom tom: "bota pra f..., Juiz de Fora!". Ao longo de todo o show, a massa de gente cantou e repetiu as letras de "Homem Amarelo", "Não Perca as Crianças de Vista", "Lado B Lado A".

    Nada comparável, porém, ao imenso coro de vozes gritando o refrão de "Valeu a Pena". A agitação seguiu nas quase duas horas de duração, ainda que entrecortada por brigas, agressões e tumultos no meio da multidão - que pelo menos duravam pouco, já que na maioria dos casos eram abafados pela ação dos seguranças.

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