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    Forgotten Boys Elogiada pela crítica, sucesso nas paradas da MTV, a banda se apresenta pela primeira vez em Juiz de Fora. A promessa é de que o puro rock contagie o sábado do Muzik


    Fernanda Leonel
    Repórter
    08/07/2006

    Foto da banda Forgotten Boys. A tradução do nome da banda que significa "garotos esquecidos", é a última coisa que se pode dizer dessa moçada. Zé Mazzei, Flávio Cavichioli, Chuck Hipolitho e Gustavo Riviera fazem um rock and roll que tem conquistado os melhores críticos de música de todo país.

    O último álbum, Stand By The D.A.N.C.E. rendeu algumas páginas de jornais e revistas de circulação nacional. Esse é o primeiro filho da turma que vem com um selo de uma gravadora, e se diferencia dos demais por apresentar três das 10 faixas cantadas em português.

    Stand By The D.A.N.C.E. foi gravado em setembro do ano passado e já estourou na MTV com os dois primeiros clipes apresentados pelo quarteto. E é com a turnê desse disco que a banda se apresenta em Juiz de Fora, neste sábado, 08 de julho, no Café Muzik.

    A expectativa é a melhor possível, na primeira visita e show do grupo na cidade. Um dos componentes, Chuck Hipólitho, tem parentes em Juiz de Fora e já até passou um reveillon por aqui. "Mas faz tempo, não me lembro bem", completa.

    Foto da banda Em entrevista ao portal ACESSA.com, Chuck falou sobre música, banda e futuro. O integrante, que largou a gastronomia e o estágio em um restaurante francês para viver essa nova fase da banda, diz que já está muito feliz com o resultado do lançamento do disco, mas acredita que tem muita coisa a ser feita ainda em cima do que o CD pode oferecer.

    Na definição do rock produzido pelo Forgotten Boys, Chuck é enfático; "fazemos o que aprendemos a gostar, o que encaramos e entendemos como músico". É dessa forma que ele fala da banda que, cada vez mais, conquista espaço no cenário musical brasileiro e que já dividiu palcos com artistas como The Backyard Babies, Marky Ramone and the Intruders, The Killer Dolls, Thee Butcher's Orchestra, Ratos de Porão, Planet Hemp, entre outros.

    Confira o bate-bola, com Chuck Hipólitho:

    ACESSA.com - O último trabalho da banda foi bastante elogiado pela crítica e têm aparecido nas listas dos melhores de 2005. No que isso afetou a carreira de vocês? O público dos shows aumentou?
    Chuck: Ajuda a gente a ter mais confiança no que a gente faz, mas sempre nos importamos mesmo é com como os fãs estão recebendo o disco. Se os lugares dizem que o disco é muito bom, quando as pessoas comprarem ele, é bom que seja mesmo, né? Mas, sempre achamos que fazemos algo de qualidade, pois fazemos por nós, em primeiro lugar... o resto é fruto.

    Foto da banda ACESSA.com - A banda tem se profissionalizado. E isso para algumas pessoas, corre na direção contrária da independência. Vocês ainda se consideram independentes? Alternativos?
    Chuck: Nos consideramos independentes em relação a certas coisas, e muito dependentes em relação a outras, acho que é uma coisa normal. A "independência" total se conquista com o tempo, é isso que os fãs e as bandas deveriam saber. Acho que hoje aqui, somos mais "alternativos" do que "independentes". Mas, geralmente, a gente nunca gostou de nenhum dos dois "rótulos". É muito fácil e normal essas rotulações hoje. Tocamos música, gravamos discos e trabalhamos muito para continuar. Como todo mundo faz, em diferentes profissões. Existe muito trabalho a ser feito.

    ACESSA.com - Há três músicas com letras em português em Stand By The D.A.N.C.E., o último disco. Qual o motivo da mudança? Houve interferência externa e como o público tem recepcionado isso?
    Chuck: A gravadora sugeriu. A gente já havia tentando antes de não tinha nos agradado. Tentamos de novo e funcionou. O público tem gostado cada vez mais, e nosso próximo clipe, o terceiro, será em português também, como o penúltimo.

    Foto da banda ACESSA.com - As gravações em português devem aumentar? Há projetos para um álbum gravado com letras todas na nossa língua?
    Chuck:Não sabemos... não planejamos isso... quem sabe um disco duplo - meio a meio?

    ACESSA.com - Conhecem a cidade de Juiz de Fora? Qual a expectativa para o show?
    Chuck: Tenho tios que moram aí, e já passei uma virada de ano na cidade também. Mas faz tempo e eu não tenho muitas lembranças. Estamos todos ansiosos para tocar, pois ouvimos falar bem do público! E é nossa primeira vez aí, né? Sempre é legal.

    ACESSA.com - Recado pra galera, ao estilo Forgotten Boys...
    Chuck: Honestidade de mente aberta, estamos chegando e levando o Rock para a cidade, aguardem!

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