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    Jeito Moleque Grupo de pagode se apresenta pela segunda vez na cidade, adianta as novidades do show e fala sobre carreira, futuro e JF




    Fernanda Leonel
    Réporter
    set./2006

    Jeito Moleque no placo agradecendo a platéia

    Moleques, divertidos, bonitos, cheios de fãs, donos de músicas que sempre estão entre as dez mais tocadas em várias rádios do Brasil. Esse é o grupo Jeito Moleque, que se apresenta em Juiz de Fora na próxima quinta-feira, dia 21 de setembro, no Campo do Tupi.

    Os pagodeiros da vez, "não rotulados" como destacou Alemão, um dos integrantes do grupo, prometem enlouquecer as juizforanas. Confira a entrevista exclusiva do portal ACESSA.com

    ACESSA.com - Como é que vocês se conheceram?
    Alemão: Nós somos amigos de infância. A gente jogava futebol junto, e aí, sempre tinha uma música, um samba depois do futebol. A gente sempre se aproximava e fomos tomando gosto. Foi aí que a gente resolveu que íamos fazer a nossa música e começamos em barzinhos, meio que de brincadeira, até que as coisas acontecessem, dessem certo.

    De lá pra cá já são sete anos e acho que a gente ainda faz até hoje uma coisa meio assim. A gente faz música por hobbie, não temos a pretensão de chegar a lugar nenhum não. Depois as coisas começaram a tomar um corpo um pouco maior, e aí foi então que a gente falou: bom, se as coisas estão acontecendo dessa forma, nessa plenitude, vamos nos dedicar. No nosso show a nossa preocupação é fazer música boa. A gente não tem muita preocupação com vestuário, nós somos realmente um pouco fora do padrão (risos)

    Jeito Moleque no palco ACESSA.com - Quais são as influências musicais do Jeito Moleque?
    Alemão - A gente tem várias influências. Nossa musicalidade acho que transparece isso, essa experiência. A gente mistura e gosta de coisas que vão desde o samba antigo até o pop. Não nós somos "cabeça fechada" para estilos de música não. Cada um gosta de uma coisa e eu acho isso muito legal. Acho que isso também fez com que o nosso som também ficasse um pouco alternativo também.

    ACESSA.com - Há releases, biografias, críticos, que classificam o som de vocês como pagode universitário, neopagode. O que vocês acham disso e qual seria a definição desse neopagode?
    Alemão - Bom, na verdade é assim, a gente tem uma musicalidade um pouco diferente, né? E as pessoas tentaram classificar, rotular o nosso trabalho. Aí surgiram vários nomes: pagode, pagode universitário, neopagode, samba pop. Mas assim, independente do rótulo a gente faz música, e música do jeito que a gente acha interessante fazer. A gente mistura samba com pop, samba com rock, mas o principal é o samba. Tentaram rotular a gente, tipo, colocar em uma prateleira. Colocaram a gente no samba, colocaram a gente no pop. Mas o que a gente faz é samba, com algumas influências que a gente trouxe durante a vida. Não tem definição para isso não.

    ACESSA.com - E os planos futuros...
    Alemão - Nosso CD e DVD já vai fazer dois anos no mercado agora, o que é até uma coisa muito rara na indústria fonográfica. Na verdade, está a tanto tempo assim, porque graças a Deus estouraram mais músicas nas paradas no que a gente imaginava, então acabou que a gente deu uma "segurada".

    Mas agora nós já estamos em estúdio, para gravação do nosso novo projeto. O CD já uma coisa que está certa, deve vir bem denso por aí. Já o DVD já é uma coisa que a gente não sabe ainda se vai acontecer. A idéia é terminar tudo até o final do ano para que talvez já em março do ano que vem a gente já possa apresentar o novo trabalho.

    ACESSA.com - Vocês já vieram em Juiz de Fora? Conhecem a cidade?
    Alemão - Nós já fomos em Juiz de Fora, mas foi há um ano atrás, logo no comecinho, em uma fase bem diferente da que a gente tá agora. Foi logo depois do lançamento. O nome da casa eu não me recordo, mas lembro que foi muito legal. O que aconteceu é que como foi logo no começo, o pessoal ainda não estava muito acostumado tanto com a gente, quanto com as músicas e as mudanças que a gente sempre propõe. No começo, como todo começo de show, um pouco diferente, mas no final o pessoal já estava super entusiasmado e já estava curtindo muito com a gente.

    Jeito Moleque no palco ACESSA.com - O que vocês estão propondo de diferente para esse show?
    Alemão - Pode parecer até estranho, mas a gente ainda está no trabalho de divulgação do nosso CD e DVD, e aí, exatamente, como tem muito tempo a gente sempre dá um jeito de apresentar uma novidade. No show a gente vai fazer algumas coisas acústicas, vamos fazer também algumas músicas de outros artistas, vamos dar uma misturada. Mas baiscamemente a gente vai apresentar as nossas músicas do CD. Como eu já te falei, várias músicas fizeram e estão fazendo sucesso , então sempre tem alguma música na expectativa da galera. Outra coisa que a gente sempre faz é tocar todas as músicas do CD. A gente procurou fazer isso para atender todos os nossos fãs e não deixar nada de fora, porque sempre tinha aquela música que alguém vinha e falava: ficou faltando. Agora a gente toca tudo mesmo.

    ACESSA.com - E a expectativa para o show, como está?
    Alemão - A expectativa tá muito legal, apesar da gente ter ido aí só uma vez, eu posso te garantir que a gente foi super bem recepcionado e que a impressão que ficou foi a melhor possível. O que a gente notou também foi que Juiz de Fora tem uma influência musical muito grande do Rio de Janeiro, músicas no Rio de Janeiro também tocam aí. Eu acho isso super positivo, e acho que é legal que a cidade acompanhe as novidades da música e tudo de novo que vem por aí. Acho que a cidade está muito antenada e isso é ótimo, porque todo aí o pessoal entende na boa a proposta do nosso trabalho.

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