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    Blitz

    Evandro Mesquita e sua turma se apresentam mais uma vez na cidade. Além de celebrar os anos 80, o show também é uma prévia do 1º DVD

    Fernanda Leonel
    Repórter
    12/07/2007

    Quando eles apareceram, na década de 80, tudo mudou. Mas independente da importância que cada um dê em particular para a Blitz, uma coisa é certa. Tudo que aconteceu com eles abriu espaço para outros movimentos da música nos anos posteriores.

    De repente, aparece um grupo com um mix "de tudo" e "de nada" do que se tinha experimentado de sonoridade. A Blitz trouxe o apelo estético do tropicalismo, o senso infantil da Jovem Guarda, o impacto cênico dos Secos e Molhados e a leveza da Bossa Nova para uma juventude que naqueles tempos, aspirava pelo novo.

    "A Blitz foi uma das bandas que tirou o internacional maciço das rádios, e chegou com uma postura nova, impactante mesmo. Foi fundamental na música contemporânea que rola até hoje", diz Evandro Mesquita (no vídeo acima), vocalista da banda.

    Décadas passadas, e eles estão de volta. De novo, porque desde que venderam seu milhão de cópias, a galera comandada por Mesquita já caiu na estrada algumas vezes. Mas a volta em 2006, com o lançamento do CD "Blitz com Vida", para Evandro, é especial.

    foto da banda Blitz foto da banda Blitz

    "A gente percebeu que as pessoas se reciclam quando visitam uma década passada. Descobrimos que existe uma garotada que quer reviver os anos 80 e outra que quer descobrir nosso som. O brasileiro está assolado no sertanejo, no pagode, no axé. Acho que a Blitz tem histórias maneiríssimas e pode ajudar nisso", brinca o band leader.

    foto da banda Blitz E são essas gerações que esperam pela apresentação da banda em Juiz de Fora, nesta quinta-feira, dia 12 de julho. Além de colher os resultados do CD, o show na cidade pretende ser também uma prévia do DVD "Blitz ao Vivo e a Cores", previsto para ser lançado na primeira quinzena de agosto.

    Os dois álbuns - e o show da noite - trazem os grandes sucessos do grupo e também revisitam clássicos de antigos colegas de rock. Além de "Você não soube me amar", "Betty Frígida" e "Mais uma de amor", quem quiser sacudir o esqueleto no melhor estilo anos 80, vai poder conferir o grupo cantando também "Beth Balanço", "Óculos" e "Sonífera Ilha".

    foto da banda Blitz Na execução do som, além de Evandro Mesquita, Billy Forgheri, Juba, Cláudia Niemeyer, Andréa Coutinho e Luciana Spedo comandam a celebração da década de 80.

    E para quem quer entender o que há de novo e de semelhante no fenômeno que virou até álbum de figurinhas na década perdida, Evandro Evandro Mesquita lança o recado.

    "A gente não se modelou, somos a mesma coisa leve. As diferenças estão nos aspectos contemporâneos normais mesmo do tempo que passou. O importante é que o gás e a explosão da Blitz continua a mesma. São todos bem-vindos."

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