Cidade

Terça-feira, 28 de agosto de 2007, atualizada às 10h37

Juiz de Fora enfrenta onda de pernilongos



*Guilherme Arêas
Colaboração

Uma onda de pernilongos, em Juiz de Fora, está deixando os moradores atentos em várias regiões da cidade. O cúlex, nome do pernilongo comum, tem hábitos noturnos e pode tirar o sono de muita gente.

De acordo com a Vigilância Sanitária de Juiz de Fora, um dos motivos do aumento do número de pernilongos está relacionado à estiagem e à baixa umidade que a região enfrenta nos últimos dias.

Segundo Igor Costa, gerente operacional de uma empresa de dedetização ecológica, em Juiz de Fora, a melhor forma de evitar o contato com o pernilongo é através das telas, as chamadas mosquiteiras. "A dedetização para esse tipo de pernilongo é eficaz por pouco tempo. Se o efeito do inseticida passar e as janelas de casa continuarem abertas, os mosquitos voltam para dentro da casa", explica.

A Vigilância Sanitária informou que tem recebido ligações de pessoas solicitando a dedetização de áreas da cidade com o carro fumacê. No entando, o órgão explica que o fumacê tem critérios técnicos para ser usado. A prioridade é dada ao combate ao mosquito da dengue, o Aedes Aegypti.

Segundo informações da Fundação Oswaldo Cruz, os principais criadouros do cúlex são os depósitos artificiais, no solo ou em recipientes, com água parada e poluídas, de aspecto sujo e mal cheirosa, rica em detritos e dejetos humanos.

O cúlex é o principal vetor da filariose, doença causada por vermes que parasitam os vasos linfáticos do homem.

Enquete

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*Guilherme Arêas é estudante de Jornalismo na UFJF