Romário (foto)
participou de seu primeiro coletivo pelo Tupi sem saber se vai
realmente poder atuar pelo clube na Taça Minas Gerais.
O baixinho, que chegou com uma hora de atraso devido ao vôo fretado, não
quis falar com a imprensa.
Segundo dirigentes do Tupi, se a contratação do craque não obtiver sucesso
junto à CBF, o jogador poderá pedir na Justiça do Trabalho que o libere para poder atuar.
O gerente de futebol do Tupi, Antônio Braga, acredita que o baixinho possa vestir a camisa do Tupi para esta quinta-feira, dia 12 de outubro, quando o Galo enfrenta o Democrata, em Juiz de Fora. Braga alegou que os advogados do clube vão argumentar que o jogador tem o direito de exercer a profissão, já que não está preso a clube algum. Caso a tentativa não dê certo, o clube vai entrar com uma liminar para que Romário possa atuar.
"Vamos entrar com
uma medida cautelar para contar com o jogador. Vamos tentar algum instrumento jurídico até que julgue o mérito", disse Braga.
O advogado que está
defendendo a causa do clube , Áureo Fortuna, vai aguardar
a CBF se pronunciar nesta tarde para dar prosseguimento ao caso.
"Entendemos que o Romário não está fazendo uma transferência para o
futebol brasileiro. Ele já está na casa dele, no país
dele, não tem clube e tem o direito de atuar pelo Tupi. Caso a
CBF não libere, vamos entrar com pedido no STJD"
, disse o advogado.
Romário participou de todo o coletivo que contou com fraca presença de torcedores. O baixinho não marcou e o time em que ele atuou foi derrotado por 4 a 1.
Leia também*Guilherme Oliveira é estudante de Comunicação Social da Universidade Federal de Juiz de Fora
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