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    As cinco primeiras escolhidas De 29 candidatas, apenas cinco receberam troféus.
    Saiba quem foram as escolhidas do juri

    Repórter: Fernanda Leonel
    Edição: Ludmila Gusman
    Fotos: Sílvia Zoche,
    Patrícia Guimarães
    e Lívia Mattos
    às 7h, 27/08/2006

    Elas se destacaram. Pelo brilho, pelo sorriso, pelo corpo, pelo andar, ou por todas essas caracteríticas juntas. E são ao final da noite da 30ª edição do Miss Brasil Gay, apenas cinco. Cinco nomes, de lugares diversos do país, de diversas belezas, mas com um grande objetivo em comum: levar para casa a faixa mais cobiçada do mundo gay.

    A faixa no entanto, ainda obriga que o juri peneire ainda mais as esperanças das candidatas. Só uma pode representar o nome do Brasil quando o assunto é beleza gay. E em 2006, o nome escolhido foi o de Layla Kenn, candidada que representa o estado da Bahia.

    O título chegou em 2006, mas a nova Miss já participa do concurso desde 2004. Nesse ano, ela ficou em terceiro lugar, subiu de colocação em 2005 (levou o prata!) e agora ficou mesmo foi com o ouro do concurso.

    Layla também faturou o segundo lugar da disputa de melhor traje de gala e terceiro no quesito melhor traje típico ( leia a matéria completa sobre a nova Miss). Desfilou vestida de índia e com uma segunda pele com aplicações de renda e cristais swarovisk.

    E para onde foram os holofotes do segundo lugar? Foram para o Rio Grande do Sul. Santana Loren que representava o estado ficou com o bronze da competição.

    A vice-campeã também repetiu o feito de Layla Ken, campeã da noite. Emplacou resultados na competiçãos dos trajes de gala e típico. "Investimos nos dois, queríamos realmente causar um bom resultado", revelou Santana que teve os vestidos assinados por Alexandre Dutra e Bruno de Oliveira.

    O vestido típico, usado no concurso para que as candidatas exponham em forma de moda as riquezas ou potencialidades do estado que representam, trouxe, com Santana Loren, as araras azuis do Rio Grande do Sul.

    Araras azuis para as passarelas do Miss Gay? Mais ou menos... É que Santana resolveu levar seguir ao pé da letra sua fantasia. Voou sobre a passarela, não apenas caminhou. Através da ajuda de cordas e "efeitos especiais", levou os olhos do público para o teto do estádio do Sport.

    Deu certo. A surpresa e o investimento que a vice-campeã destacou, rendeu a ela o 1º lugar na diputa do melhor traje típico. O vestido e os acessórios que custaram aproximadamente R$ 6 mil reais, encheram os olhos dos jurados da noite.

    A candidata do Rio Grande do Sul também ficou com o 1º lugar do quesito vestido de gala. O traje foi confeccionado em seda importada da Arábia e rebordado com miçangas tchecas e strass swarovski e custou R$ 9 mil reais.

    A vice-campeã de 2006 é uma figura conhecida no cenário do Miss. É a terceira vez que ela participa do desfile. Em 2003 e em 2005 ela ficou com o quinto lugar da disputa; agora foi a vez de brilhar com o troféu de segundo lugar nas mãos. Santana foi batizada como J. Antônio, tem 26 anos e é cabeleireira e psicóloga.

    O Espírito Santo ficou com o terceiro lugar do Miss Gay. Ianka Ashilen, representante do estado brilhou na passarela e levou a medalha de bronze. Ao contrários dos dois primeiros lugares, Ianka está em Juiz de Fora para o Miss Brasil Gay pela primeira vez.

    Ianka é Alessandro, maquiador de 24 anos, que nasceu na cidade de Vitória, no estado que representa. Antes do troféu no Miss Gay, subiu às passarelas para concursos de Drag Queen na capital de seu estado.

    O vestido típíco da Miss pretendia contar a história dos índios aymorés, os primeiros canibais do Brasil. Um macacão em preto e verde, cores predominantes, com caveiras bordadas com pedrarias e penas de faisão, foi a maneira que o estilista Peterson Alves encontrou para retratar esse pedaço da cultura capixaba.

    Já o vestido de gala, rendeu à Ianka o título de terceiro lugar na premiação da categoria. Ele foi confecionado em musseline de seda, nas cores prata e dourada, e era coberto de cristais swarovski. Para se ter uma idéia, de acordo com a representante do estado do Espírito Santo, o vestido tinha 72 mil cristais.

    Por pouco

    O quarto lugar foi um espanto para a torcida. A candidata do Piauí, Sabrina Beaut disputou com a Miss Bahia a simpatia do público e as apostas sobre os possíveis nomes para vencer o concurso de 2006, e quando foi anuciada como quarto lugar, ganhou até grito de guerra por parte da torcida.

    O juri levou uma vaia extensa enquanto o público gritava "Piauí" para todas as candidatas, manifestando a favor de Sabrina. A candidata está participando pela primeira vez do concurso e é a atual Miss Mundo Gay.

    A vencedora da quarta posição é também Hudson Xavier Branco, cabeleireito de 18 anos. Sabrina nasceu em São Vicente (SP) e trouxe para o concurso Gomes e Brian para fazer seu cabelo e cuidar da sua produção.

    O vestido de gala da candidata custou R$ 2 mil reais e foi confeccionado em seda pura. Para bordar e dar aquele toque especial. Claro! Lá estão eles: os cristais swarovski.

    Para representar o estado, Sabrina contou com a ajuda do estilista Bruno Oliveira, que preparou um roupa especial para retratar os sítios arquiológicos da terra. O corpo da Miss se transformou em uma árvore na passarela, na qual um pterossauro feito em espuma dava o toque final ao objetivo.

    Adma Chiva, presença cativa nos concursos Miss Brasil Gay de 2003 e 2004, ficou com o troféu de quinto lugar. Representando o Maranhão, ela veio para colecionar mais um título na sua galeria.

    Um deles foi conquistado no Miss Brasil mesmo. Em 2004 Adma faturou o 4º lugar do concurso. A bailarina que nasceu em Fortaleza também já foi Miss Universo em 2004, Miss Ceará em 2006 e venceu o Concurso Garota G, em Fortaleza, em 2002.

    Na passarela, um vestido de tafetá laranja em corte clássico com acessórios de strass, cristas e pedrarias. Para o traje típico, o tema "A Serpente Marinha da Ilha da Assombração" foi colcado em prática. Adma desfilou em um macacão segunda pele, com cabeçote e espinhaço de faisão, botas e cinturão em pedraria e também com uma máscara iluminada.

    As doze finalistas

    O coração de muita gente quase saiu pela boca durante a apuração. É que os jurados selecionam as 12 finalistas, para criar um clima de suspense, minutos antes de divulgação do resultado final.

    Confira os nomes e os estados das doze finalistas:

    • Pernambuco - Roberta Luna
    • Santa Catarina - Danielle Dornelles
    • Distrito Federal -Dianelly Braga
    • Acre - Milena Maykell
    • Bahia - Layla Kenn
    • Maranhão - Adma Shiva
    • Espírito Santo - Ianka Ashillen
    • Ceará - Camilly Lencker
    • Rio Grande do Sul - Santana Loren
    • Amazonas - Patrícia Lander
    • Mato Grosso do Sul - Patchelle Beckar
    • Piauí - Sabrina Beaut

    Para quem ficou de fora da lista, hora de deixar a ficha cair e voltar para casa. Desistir, jamais". Assim terminou o texto dos apresentadores do Miss Brasil Gay 2006.


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