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    Trajes típicos exploram cultura popular e produtos dos EstadosMisses homenagearam tradições regionais como a carnaúba e o artesanato, além de mitos e crenças como Iemanjá, a Virgem Maria e Madame Satã

    Clecius Campos
    Subeditor
    22/8/2011

    Os trajes típicos apresentados na passarela do concurso Miss Brasil Gay 2011 exploraram a cultura popular e produtos típicos de cada um dos 24 Estados brasileiros, além do Distrito Federal, representados no evento. Tradições como a cultura da carnaúba do Piauí, mitos como o de Iemanjá, crenças religiosas e até personagens populares, como Madame Satã, foram homenageados pelas concorrentes. O brilho e os efeitos especiais também marcaram as apresentações.

    A vencedora da noite, a Miss Brasil Gay 2011, Raika Bittencourt, também levou o título de melhor traje típico, ao representar a carnaúba, uma planta típica da região. "Ouvi de um dos coordenadores que este foi o traje mais bonito da história do concurso. Estou muito feliz por ter representado bem o Piauí." A fantasia foi confeccionada por Henrique Filho e custou R$ 10 mil. A roupa foi feita em tule de seda pura, rebordada em cristais swarovski gigantes, com aplicações de penas de galo e de faisão, pintadas de verde.

    O prêmio de segundo melhor traje típico foi dado para a Miss Maranhão Gay, Myrian Vervloet. A candidata homenageou a sacerdotisa africana Agotâmie. A fantasia foi confeccionada em lese de algodão francesa, com aplicações de florais de chitão, rebordados em fios de ouros e strass austríacos e borais. A peça tinha ainda paetês holográficos e pedrarias. A criação é de Peterson Alves e a confecção dele e de Cláudio Souza. O terceiro lugar no traje típico ficou com a Miss Tocantins Gay, Guiga Barbieri. Ela vestia uma fantasia inspirada na colheita do capim dourado, produto típico do Estado. A roupa foi confeccionada com a planta.

    Foto da Miss MA Gay Foto da Miss TO Gay

    Outro destaque foi a apresentação da Miss Bahia Gay, Shayene Kathryn. A candidata estava, inicialmente, escondida atrás de uma concha. Ela então apareceu, representando Iemanjá, trajando uma fantasia em tons de azul, bordada em pérolas e conchas. A riqueza do vestido arrancou aplausos do público. A Miss Minas Gerais Gay, Emanuelle Fernandes, homenageou o barroco mineiro, exaltando a religiosidade presente na manifestação artística. A fantasia de Virgem Maria encantou o público.

    Foto da Miss BA Gay Foto da Miss MG Gay

    A Miss Rio de Janeiro Gay, Aretha Sadick, buscou inspiração em uma figura da Lapa carioca, a Madame Satã. A candidata desfilou traje em couro, com aplicações de cristais swarovski e fez uma performance na passarela. As enormes unhas douradas deram um toque especial à produção. O artesanato e o folclore foram explorados por várias candidatas. O destaque vai para a Miss Pará Gay, Rafaela de Castro, que homenageou a cerâmica paraense. 

    Foto da Miss RJ Gay Foto da Miss PA Gay

    Os textos são revisados por Thaísa Hosken

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