
30/11/98
O Parque Halfeld (Av. Rio Branco, Centro) é, indiscutivelmente, um dos mais importantes símbolos de Juiz de Fora. Além de representar um ponto de encontro e um espaço de lazer para os juizforanos, ele pode ser considerado um centro político e religioso da cidade. Mas mesmo no meio de tanto movimento e agitação, ainda podemos encontrar um lugar tranqüilo, onde as pessoas caminham sem pressa e as crianças brincam sem medo.
O Parque Halfeld foi adquirido, em 1854, pela Câmara Municipal, e por isso era chamado de Largo Municipal. Naquela época, ainda não havia calçamento e quando chovia o Parque se transformava em um verdadeiro caos. Mas mesmo assim, era ali que as pessoas se encontravam e se divertiam. Foi a partir de 1880, através da elaboração de um projeto que seguia os moldes de jardins ingleses, que o Parque Halfeld se tornou um espaço mais agradável, ficando sua transformação sob a responsabilidade do arquiteto Miguel Antônio Lallemond.
Hoje, com jardins, passeio, fonte e até coreto, o Parque Halfeld é um lugar onde se realizam manifestações públicas, exposições, feiras de artesanato e de produtos naturais. No fim do ano, há apresentações de shows e corais. Além de promover eventos, o Parque Halfeld abriga pessoas de várias faixas etárias, que brincam, passeiam e descansam. Os aposentados aproveitam o lugar calmo e se reúnem para jogar cartas.
Projetos da Prefeitura:
Juiz de Fora está crescendo e começando a enfrentar problemas de um grande centro urbano. À noite, o Parque Halfeld não é mais um exemplo de tranqüilidade. Em parceria com a CEMIG e com o CRITT (Campus Universitário), a Prefeitura pretende inaugurar uma nova iluminação para dar mais segurança às pessoas que ali circulam.
Outro projeto para atender às crianças carentes é a criação do Quiosque do Pequeno Jardineiro ( veja matéria no Arquivo). Gerenciado pela AMAC - Associação Municipal de Apoio Comunitário (Av Brasil, 1000 an3; Centro), o Programa surgiu para proporcionar atividades aos menores. No quiosque do Pequeno Jardineiro, eles cuidam de plantas, jardins e vendem flores e mudas que eles próprios cultivam.
Colaboração: Flavia Ferreira,
estudante do 5º
período
da Faculdade de Comunicação da UFJF