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Juiz de Fora, 21/11/2008

Se soltar o galo pega... Mesmo com desfalques, Tupi vai confiante para BH

Guilherme Oliveira*
Colaboração
17/04/2007

Foto Treino Tupi

David x Golias. Zebra, clima de já ganhou. No futebol, basta uma equipe que não tem tanta visibilidade no cenário nacional enfrentar um grande clube do futebol brasileiro para as expressões acima tomarem conta dos noticiários. Alguns pregam respeito e usam a folclórica frase que "futebol é uma caixinha de surpresas". A verdade é que Tupi e Cruzeiro carregam todo esse clima para a partida decisiva do próximo domingo, dia 22 de abril.

Para desbancar o favorito, o galo carijó começou a se preparar para o embate contra a raposa, nessa terça feira, dia 17 de abril, no estádio Salles de Oliveira. Trabalho físico pela manhã e técnico pela tarde fizeram parte do cardápio do dia para fortalecer a equipe alvinegra.

"Começamos a semana fazendo um treinamento físico mais forte, visando velocidade e potência muscular. Tivemos dois dias de folga para recuperação dos jogadores e a equipe está confiante em conseguir a vitória, fisicamente eu não tenho preocupação", destacou o preparador físico José Carlos Rodrigues. (foto)

preparador físico José Rodrigues

Se na parte física está tudo bem, para escalar a equipe nem tanto. Além de superar o adversário, o treinador Zé Luiz terá trabalho para definir a zaga para o confronto. Com as suspensões por cartão amarelo de Cézar, Domingos e do meia Júnior Negão que poderia ser improvisado na posição, o Tupi conta apenas com o zagueiro Samuel.

"Com calma vamos ver qual o jogador se aproxima dessa situação para poder fazer a dupla de zaga com o Samuel. Eu já tenho os nomes, porém só vou poder dizer quando analisar esse jogadores dentro de campo", destacou o treinador.

Se a improvisação na zaga carijó até certo ponto preocupa o treinador, o fato de muitos não acreditarem na superação do Tupi em ter que vencer o Cruzeiro no Mineirão, faz com que Zé Luiz fique indiferente.

"Na verdade essas pessoas não me preocupam em nada. Eu me preocupo com o meu trabalho, o que faço dentro de campo, com o que eu consegui transmitir para esse grupo de atletas quando assumi. Procuro ver mais e escutar as pessoas que me desejam boa sorte. Sem dúvida, a minha preocupação e o meu agradecimento são com as pessoas que pensam positivamente".

*Guilherme Oliveira é estudante de Comunicação Social da Universidade Federal de Juiz de Fora


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