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    Misses aproveitam tempo extra para melhorar preparaçãoCom o adiamento do concurso Miss Brasil Gay 2009, as últimas candidatas a entrar no páreo ganharam mais tempo para investir em roupas e cirurgias plásticas

    Clecius Campos
    Repórter
    9/10/2009

    Algumas das últimas candidatas a entrar na disputa do concurso Miss Brasil Gay 2009 aproveitam o tempo extra para dar uma caprichada na preparação. O evento, que estava agendado para 15 de agosto, foi adiado para 14 de novembro, por medida de prevenção da Influenza A (H1N1). Os investimentos a mais são nos trajes típicos, de noite e até em cirurgias plásticas para arrasar na passarela.

    Eleita duas semanas antes da data original do concurso, a representante do Mato Grosso do Sul, Érika Vilarty, celebrou o adiamento do concurso. "Gostaria que a data original fosse mantida, mas atrasar um pouco foi um presente."

    A miss aproveitou o tempo para investir no traje de gala, que durante esse período, teve o valor aumentado de R$ 3 mil para R$ 11 mil. "Tive mais tempo para aplicar os cristais swarovski e conseguir parcerias de custeio." Com o adiamento, o traje típico, que representa a fauna do Estado, foi cinco vezes mais enriquecido. "Na época, optamos por usar materiais reciclados. Mas mudamos de ideia e resolvemos investir em materiais novos. O traje que custaria R$ 1 mil, agora vale R$ 5 mil."

    A Miss Gay Rio Grande do Norte, Karolina Navarro, foi a última a candidata eleita para disputar o título nacional. O tempo ganho serviu para que ela investisse R$ 30 mil em cirurgias plásticas. "Fiz várias sessões de drenagem linfática, além de lifting facial e correções nos contornos dos olhos, nariz e boca." As roupas que Karolina apresentará na passarela não passaram por mudanças. Ela vestirá traje de gala no valor de R$ 10 mil e fantasia típica avaliada em R$ 25 mil, confeccionada pela carnavalesca da Escola de Samba Unidos da Tijuca, Bruna Bee. "A roupa homenageia as belezas naturais do Estado e está repleta de plumas de faisão."

    A representante do Rio Grande do Sul, Elisabeth Coffe, eleita no final de julho, diz ter se preparado para o concurso em 15 de agosto. "Eu estava com tudo pronto, mas acabei adicionando mais alguns brilhos. Meu traje de gala custa R$ 15 mil e o típico vale R$ 10 mil."

    Foto da Miss MS Miss MS - Érika Vilarty
    Foto da Miss RN Miss RN - Karolina Navarro
    Foto da Miss RS Miss RS - Elisabeth Coffe

    Expectativas são diversas

    Decidida a conquistar o título, Karolina afirma que vem a Juiz de Fora para brigar pela coroa. "Tive várias oportunidades de participar do concurso quando fui segunda colocada em eventos eliminatórios, mas sempre quis desfilar com um título de verdade nas mãos. Dessa vez, chega de segundo lugar. Eu quero é vencer."

    Para Érika, só a disputa no evento tão conhecido é uma grande vitória. "Como não trabalho na área de beleza, considero que subir na passarela e fazer uma boa apresentação é um desafio muito grande. Espero que a minha participação engradeça o evento."

    Pela primeira vez em Juiz de Fora, Elisabeth prefere esperar o concurso chegar a criar uma expectativa. "Ouço falar em candidatas favoritas, mas pode ser que uma outra miss pise na passarela e brilhe. Vou dar o máximo que puder, sem me preocupar com a vitória."

    Os textos são revisados por Madalena Fernandes

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