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Segunda-feira, 08 de agosto de 2008, atualizada às 16h16

No trecho da BR-267 próximo a Argirita há sinais de obras, mas não trata-se de reparos na ponte e nem da erosão na pista



Daniele Gruppi
Repórter

Quem passar pelo trecho da BR-267 próximo a Argirita, interditado há mais de dois anos, vai observar sinais de obras na estrada. Entretanto, não se trata de uma operação de restauração da ponte e nem da erosão na pista, as quais expõem os motoristas a acidentes.

Segundo o Dnit, faz parte de um contrato para a realização de trabalhos de tapa-buracos, limpeza, manutenção de acostamentos e dos dispositivos de drenagem. Sobre o conserto da ponte destruída e da erosão na pista, ainda não há uma previsão para a liberação de recursos.

Em julho, o portal ACESSA.com falou com o supervisor do Dnit em Leopoldina, José Paulo Silva Pinto. Ele afirmou que o processo de licitação para realização das obras deve ser aberto até setembro. Após a conclusão da licitação, as obras de restauração devem ser concluídas entre três e quatro meses.

A ponte do quilômetro 28 está interditada desde que um caminhão tombou e um bloco de granito caiu sobre o local, em maio de 2006. No quilômetro 29, metade da pista cedeu e está afundando cada vez mais. Para passar pelo trecho, os motoristas precisam utilizam uma única mão.

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