Operação da Polícia Civil prende homem e apreende drogas sintéticas em Juiz de Fora

Ação, batizada de "Adala", identificou que entorpecentes eram enviados por correspondência e interceptou encomenda que continha 100 comprimidos de ecstasy.

Por Redação

Carro da Polícia Civil de Minas Gerais

A Polícia Civil (PCMG) prendeu em flagrante um homem de 29 anos e apreendeu drogas sintéticas durante a operação Adala, em Juiz de Fora, deflagrada na última quinta-feira (28), a partir de investigações sobre o tráfico de entorpecentes na cidade.

As apurações indicaram que comprimidos de ecstasy eram enviados por correspondência. A partir de denúncia anônima, os policiais civis identificaram, em uma agência dos Correios, uma encomenda com as características informadas.

Assim, a PCMG representou ao Judiciário pela realização de ação controlada, conhecida como "entrega limpa", que consiste na abertura da correspondência, substituição do entorpecente por item inofensivo, vigilância até o destino final e cumprimento de mandados de busca e apreensão em endereços ligados à investigação.

A encomenda interceptada continha 100 comprimidos de ecstasy.

Prisão em flagrante

A entrega e toda a dinâmica operacional ocorreram na Zona Norte da cidade, com apoio de aeronaves não tripuladas da PCMG.

O investigado foi flagrado ao receber a correspondência e, em seguida, tentou se desfazer de outros materiais ilícitos que já mantinha em sua residência. Ele foi contido e preso pela equipe da 7ª Delegacia.

No imóvel, além da "entrega limpa", foram localizados comprimidos de drogas sintéticas de diferentes marcas e formatos.

Apreensões

O balanço da operação registrou 170 comprimidos de ecstasy (125,2 gramas) — sendo 100 na correspondência e 70 na residência. Também foram apreendidos 16,85 gramas de cocaína em endereço vinculado à investigação.

Cooperação institucional

A operação Adala integra as ações permanentes de enfrentamento ao tráfico de drogas, com foco na desarticulação de pontos de venda, na redução da circulação de substâncias sintéticas e no fortalecimento da segurança da população em Juiz de Fora.

A ação contou com o apoio do Poder Judiciário e do Ministério Público, além da cooperação institucional da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.

As investigações prosseguem para identificar e responsabilizar outros envolvidos. O suspeito foi encaminhado ao sistema prisional.