Quem integra lista de desejos do Rio Open para 2027
RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) - A edição de 2026 acabou e o Rio Open já começa a pensar em 2027. Luiz Carvalho, diretor do torneio, revelou alguns nomes que estão na mira para o ano que vem, mas ressaltou que as conversas ainda estão em estágios iniciais.
"Tem alguns jogadores que estamos conversando há algum tempo para poder trazer. Sempre prezamos por trazer os melhores tenistas do saibro porque acho que é isso que conseguimos pleitear. Vocês querem nomes, né? (risos). O [Lorenzo] Musetti é um que eu adoraria que conseguisse voltar, Casper Rudd é outro que a gente vem conversando, [Andrey] Rublev acho que tem uma chance real porque joga bem em saibro. O [Holger] Rune... Todas as conversas são bem informais, até para ser bem transparente. Não estou negociando algo ainda, é uma coisa meio: 'você tem interesse, você gostaria?'", disse.
Musetti esteve perto de disputar a edição do Rio Open deste ano, mas desistiu devido a uma lesão muscular ocorrida no Australian Open. O sérvio Laslo Djere, o italiano Lorenzo Sonego e o francês Alexandre Muller também acabaram não integrando a chave principal do torneio.
O evento teve como grande estrela o brasileiro João Fonseca, e contou com nomes como Matteo Berretini e Sebastian Baez. O campeão foi o argentino Tomás Martín Etcheverry.
Luiz indicou que conversa também com Buenos Aires, que realiza um torneio na semana anterior à do Rio Open, para tentar alinhar esforços, e ressaltou que aguarda a reta final da temporada de saibro para avançar nas tratativas.
"A gente bate um papo com Buenos Aires, vê o que Buenos Aires também está pensando e espera até, mais ou menos, o final de Roland Garros, que é a temporada de saibro, que aí vamos entender quem foi bem no saibro. Quem vai bem no saibro na temporada, normalmente, tem mais chances de conseguirmos colocar no Rio Open no ano seguinte", falou Luiz.
"Quem vai mal... Félix Aliassime, não sei se vocês viram, mas não ganhou um jogo no saibro. Quando falei com o empresário dele, ele falou: 'não tem a menor chance de voltar ao Rio Open. Não fez um ponto no saibro'. Justo, não tem o que fazer. Agora, se ele vai bem no saibro esse ano, de repente, muda de ideia. Então, tem esses pormenores que temos de esperar. Tem Copa Davis, e outros fatores que também influenciam bastante. [Jakub] Mensik, por exemplo, tínhamos um contrato apalavrado. Ele teria de jogar a Copa Davis na América do Sul, e tinham cinco chances, e demos azar. Todos os países da América do Sul foram sorteados para jogar fora. Vamos ver o que acontece ano que vem. É um jogo de xadrez em que ficamos de olho", completou.
